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Arquitetos dão dicas para decorar ambientes com estilo

“Design é sinônimo de conforto”, “Utilize no máximo três cores” e “Invista no verde-esmeralda”. Estas são algumas das dicas dos profissionais participantes da Decora Etna.

A loja de artigos para casa Etna promoveu o DecoraEtna, uma mostra de decoração com ambientes construídos com artigos da loja. A mostra trouxe 27 espaços alguns feitos por arquitetos renomados, como Brunete Fraccaroli, Francisco Cálio e Sabrine Santos. Além de decorar o ambiente, cada arquiteto deu uma dica de decoração. Conheça as dicas e veja como cada uma delas aplicadas no ambiente.

Serviço

A DecoraEtnapode ser visitada até o fim de junho na loja Etna Berrini, localizada na Av. Dr. Chucri Zaidan, 281, São Paulo. A loja abre de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 11h às 20h.

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Brunete Fraccaroli, autora do Loft Azul e Vermelho, aposta na multiplicidade de móveis: “Procure explorar os ambientes de forma prática e integrada, como áreas para receber amigos e familiares de forma confortável, com sofás, poltronas e cadeiras diferentes, além de pufes e mesas de apoio. Utilize cores e combinações para alegrar e dar vida ao ambiente”. No seu ambiente (69 m²), predominam as duas cores básicas azul e vermelho. A cama baixa contrasta com o assento de apoio. Uma poltrona de madeira cria mais um espaço para sentar-se.

 

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“Invista no verde-esmeralda, a cor que veio para ficar e trate com elegância qualquer espaço da sua casa.”, diz Anderson Scriboni, autor da sala de jantar Nobre Berilo (40 m²). Escolhido como cor do ano pela empresa Pantone, o tom ressalta os móveis brancos ou cor de algodão e linho crus da sala de jantar. A prateleira de livros ao fundo foi usada como armário de cozinha. Além de uma mesa de dez lugares, o espaço tem locais de descanso para a família dividir-se em grupos menores após o jantar.

 

 

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Não tenha medo de misturar materiais e cores é o conselho das arquitetas Carolina Melo e Suzy Melo, autoras do Home Urbano. No living de 34 m², a dupla pratica o que prega, misturando tons sóbrios com objetos amarelos. “A estante de colmeia preta com uma simples pintura colorida ao fundo muda todo o contexto, gerando um resultado surpreendente e personalizado”, demonstram as arquitetas. Outra virtude do ambiente é ter múltiplos usos: o sofá ajuda a reunir os amigos, há uma pequena mesa para lanches e uma poltrona para leitura ou descanso. O espelho fumê torna o living mais sofisticado.

 

 

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“Sempre utilize, no máximo, três cores”, diz o arquiteto Francisco Cálio, autor da sala de estar Asiático Moderno. O vermelhão marca o ambiente (33 m²), que também explora o amadeirado e cinza. Quadros com imagens urbanas na parede dão profundidade à sala de estar; já os móveis de madeira transmitem aconchego.

 

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“Design é sinônimo de conforto”, diz Leonardo Junqueira, autor da Sala de estar confortável. A sensação de acolhimento da sala de 39 m² fica por conta dos tons de marrom e de algodão cru, da iluminação e dos móveis generosos. Inspirado nos lofts nova-iorquinos, esse ambiente incorpora espaço para almoçar. Ao fundo, uma estante cobre toda a parede e funciona tanto como estoque de objetos quanto mostruário.

 

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Substituir o abajur por pendentes de iluminação tornam o ambiente diferente; assim como usar um painel de espelhos acima da cabeceira da cama. A dica da arquiteta Veridiana Gonzaga foi aplicada no Loft Contemporâneo (64 m²), que ela ajudou a montar e é assinado pela arquiteta Sabrine Santos. Móveis de madeira e peças de fibra dão aconchego ao quarto do ambiente. O pendente que imita lâmpadas fluorescentes é feito, na verdade, de lâmpadas halógenas, que ajudam a revelar a cor dos objetos. Espelhos cobrindo toda a porta do armário trazem profundidade ao espaço.

Fonte: http://casa.abril.com.br/materia/arquitetos-dao-dicas-como-decorar-ambientes-com-estilo

O que é um LOFT?

Em Nova York, regiões industriais decadentes, como o Soho, tornaram-se descoladas a partir da reciclagem de suas antigas fábricas e frigoríficos. Essas construções amplas, com pé-direito alto e vãos livres, atraíram, nos anos 60, artistas plásticos, que as utilizavam como morada e lugar de trabalho. Ateliê, quarto, sala, banheiro e cozinha se confundiam em um mesmo salão. Os lofts eram uma opção barata de moradia. Nos anos 70, com a revitalização de seu entorno pela prefeitura de Nova York, viraram moda e encareceram. Em Manhattan, os menores lofts de West Village (que vão de 55 a 78 metros quadrados) custam no mínimo 1 milhão de dólares.

O que um loft de verdade tem:

– Pé-direito de, no mínimo, 3,20 metros

– Ausência de paredes como divisões internas

– Ambientes conjugados preferencialmente em um nível só

– Colunas de sustentação aparentes

– Tijolos e tubulações à vista – elétrica, hidráulica e de ar-condicionado

– Ausência de forro e piso. O chão é de cimento

– Uso de materiais frios, como cerâmica

– Iluminação natural garantida por grandes janelas

Desire to inspire

Gregory Lee (Flickr)

HuntsmanPhoto (Flickr)

Ijzerman (Flickr)

Carl Bellavia (Flickr)

Salmonhead (Flickr)

Atelier Autonome (Flickr)

No Brasil, a maioria dos projetos lançados se distanciam muito do conceito original. Surgiram muitas adaptações, chamadas muitas vezes de lofts-fake ouapartamentos loft-inspired.  Por exemplo, muitos dúplex encontrados no mercado, embora não sejam nada amplos, são vendidos como lofts só por causa do pé-direito duplo. O que se faz por aqui são ambientes “loftados”, pois não  há galpões de fábrica em áreas em que as pessoas gostariam de morar. Mesmo assim o metro quadrado de um loft é cerca de 20% mais caro do que o de um apartamento convencional de mesma localização.

A tradução do conceito pelo mercado local resultou em construções de pé-direito duplo e grandes janelas em que a área social se confunde com a de serviço. A ala íntima (quarto e banheiro) fica resguardada em um mezanino. Solteiros e jovens casais sem filhos são o principal público desse tipo de empreendimento. Manter a privacidade num ambiente assim, no entanto, pode ser difícil quando ele é dividido com alguém. O loft é mais que um espaço: é um estilo de vida!

City Space (Flickr)

Casa Cláudia

Pete Sieger (Flickr)

City Space (Flickr)

 Roberto Migotto

Fonte: http://assimeugosto.com/2010/04/29/o-que-e-um-loft/

Como comprar seu primeiro imóvel com planejamento e responsabilidade?

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Ter um lugar para chamar de seu é um sonho de muitos brasileiros. A compra da casa própria é um objetivo que jovens e adultos têm em mente mas muitas vezes não sabem como preparar o investimento necessário para isso. Por isso, diante de uma oportunidade tentadora, é natural que acabem agindo por impulso e fechem rapidamente o negócio.
No entanto, a compra de um imóvel é uma relação de consumo que envolve grande quantia de dinheiro e, sobretudo em casos da primeira compra, é necessária cautela, responsablidade e ter o pé no chão. Como comprar seu primeiro imóvel analisando todas as variáveis possíveis então?

“Com uma expectativa positiva para o mercado imobiliário nos próximos anos e a melhoria do poder aquisitivo da população, a ideia de comprar um imóvel é uma proposta muito tentadora, mas não se deve precipitar. Afinal, não se trata de qualquer investimento”, diz Roberto Bisker, CEO e sócio fundador da SAB Group Incorporações. Antes de começar a pesquisar imóveis, é preciso ter um planejamento – cada pessoa deve respeitar o seu momento financeiro e suas possibilidades, de forma a tomar a melhor decisão para o seu caso. “Geralmente as pessoas em busca do primeiro imóvel estão adquirindo o seu maior patrimônio e dando um passo muito importante na sua vida; não se trata apenas de uma compra, e sim a conquista de um sonho”, analisa Bisker.

Uma série de fatores precisam ser levados em conta para a decisão da compra do primeiro imóvel, mas dois deles se sobressaem e são as primeiras variáveis que devem ser pensadas: a localização do imóvel e o valor necessário para a compra em comparação com a renda disponível para tal aquisição. “É importante saber em qual região se pretende morar e conseguir delimitar os bairros que farão parte da rotina do comprador”, pontua Bisker. “Para tal avaliação, também é necessário decidir se o primeiro imóvel será uma moradia temporária ou mais permanente, com um projeto de vida familiar. As facilidades da região, como transporte público, mercados, bancos, shoppings centers e outros serviços também entram na pesquisa.”

Outro fator decisório é a renda disponível para a compra e a reserva garantida. O ideal é fazer cuidadosamente os cálculos e analisar as opções de pagamento. ”Os financiamentos praticados no mercado só cobrem 80% do valor do imóvel. Então, contando todos os gastos extras – incluindo os valores do cartório – é preciso uma reserva de pelo menos 30% do valor do bem que desejado”, calcula o CEO. Antes de definir a estratégia de pagamento, é sempre interessante analisar cada uma das opções disponíveis na praça como o financiamento concedido pelas construtoras, o empréstimo bancário e os consórcios. Independente do tipo de pagamento, o primeiro passo para quem pretende adquirir o primeiro imóvel é poupar seu dinheiro e pensar a médio e longo prazo, para não surgirem endividamentos.

Outras dicas
Outra dúvida comum dos compradores do primeiro imóvel é a questão do aluguel. Em alguns momentos, pode sim ser melhor alugar um imóvel, ainda que temporariamente, até poder comprar ou financiar um apartamento sob condições mais favoráveis. Porém, a mesma renda utilizada no aluguel poderia ser resguardada para o sinal para a compra efetiva do empreendimento, sendo um apartamento usado, novo ou na planta – sendo assim, uma melhor alternativa. Os imóveis usados, mesmo sendo maiores, tendem a se desvalorizar mais rápido com o passar dos anos e geralmente necessitam de uma maior reforma e não possuem áreas mais modernas de lazer, como piscinas e academias.

Em todos os casos, é preciso estar preparado para fixar uma parcela significativa do orçamento com o pagamento de prestações e saber que os gastos não acabam na compra. “Além de taxas e impostos associados com a aquisição do imóvel, é preciso levar em consideração os gastos mensais fixos como seguro, IPTU e condomínio”, pontua Bisker. O futuro proprietário deve fazer as contas e verificar seu balanço financeiro – a compra do imóvel é apenas o segundo passo, após todo o planejamento. Porém, ter um imóvel requer sempre responsabilidade e análise de custos.

Ao se programar para a compra, por mais que o desejo de ter o primeiro imóvel seja urgente, é preciso ter cautela. O mercado está com várias boas oportunidades e realizar um planejamento financeiro e pessoal, junto à uma pesquisa de imóveis e regiões, é essencial para encontrar o melhor negócio que se enquadre ao perfil desejado.

Fonte: http://www.portalvgv.com.br/site/como-comprar-seu-primeiro-imovel-com-planejamento-e-responsabilidade/