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Closet e armários em ordem: saiba como organizar, deixar tudo à mão e conservar suas roupas

Os closets são uma verdadeira “mão na roda” para quem está precisando de um espaço maior para guardar roupas e acessórios. Porém, não adianta nada ter um se ele não estiver devidamente organizado. Quem, por enquanto, só está sonhando com o closet, pode aproveitar algumas dicas para colocar o armário em ordem.

De acordo com a arquiteta Deise Senff, da ExecutarQ, antes de instalar o closet é importante verificar as condições do ambiente que receberá o móvel. “É preciso checar se as paredes e o teto estão em bom estado, sem nenhum tipo de vazamento, rachadura ou sinal de mofo”, alerta a arquiteta. Se algo estiver errado, pode prejudicar o móvel. Ainda segundo a arquiteta, em alguns casos é possível se pensar em um modelo de ventilação para o closet, por isso é vantajoso usar o trabalho de um arquiteto para planejar o seu.
O arquiteto vai montar o closet de acordo com as suas necessidades. “Quem tem muitas roupas em cabides, vai precisar de um espaço maior no cabideiro, já quem possui muitos acessórios, vai sentir necessidade de um espaço específico para eles, e assim por diante”, exemplifica Deise. A arquiteta também conta que as mulheres andam pedindo muito um espaço dedicado a elas no closet, como uma espécie de penteadeira, com espelho e espaços individualizados para cada tipo de acessório e até cosméticos. “Se o ambiente for grande, fica legal colocar uma cadeira de frente para um espelho bem iluminado, ideal para se maquiar”, sugere Deise.
Outros dois pontos relevantes na hora de se pensar o closet são a iluminação e o chão. A iluminação deve valorizar o móvel e deixá-lo bonito e agradável de se olhar, mas mais do que isso, deve ser funcional. Você vai precisar de bastante luz (e uma luz que não confunda sua visão) para escolher o que vestir e não sair descombinado de casa, usando uma blusa verde que no armário parecia preta. Sobre o segundo ponto, referente ao chão, a arquiteta sugere os laminados. Caso o piso seja frio, invista nos tapetes. Porém, evite os carpetes, que são difíceis de limpar e costumam juntar poeira. “O closet deve ser aconchegante e permitir que você fique descalço enquanto escolhe o que vestir”, afirma Deise.
Dicas de organização

Nenhum móvel é pequeno demais que não suporte todo o seu arsenal de roupas, sapatos, bolsas e demais acessórios – indispensáveis, principalmente, em um armário ou closet feminino. Para começar, basta eleger o estilo de roupas que você mais usa e conceder a elas o espaço mais privilegiado do closet. Este espaço é o cabideiro ou arara. De acordo com a consultora de organização da Domus Organizzare, Rosângela Campos, o armário ideal é aquele que conta com um grande espaço para pendurar as roupas.
Segundo Rosângela, o cabideiro é a melhor opção para manter as roupas organizadas e conservadas (sem nenhum amassado). Além disso, penduradas, as roupas ficam bem mais fáceis de serem encontradas – principalmente se estiverem organizadas por cor e comprimento.

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Veja mais dicas da consultora em organização, Rosângela Campos, para nunca mais deixar a bagunça invadir o seu armário.

– As araras são o espaço mais valioso de seu móvel. Coloque ali as peças mais usadas no dia a dia. O vestido de festa, usado uma vez por ano, irá para uma caixa transparente nas prateleiras mais altas.

– Nas prateleiras baixas coloque as peças que podem ser dobradas, como as básicas ou as usadas com menos frequência.

– Use as laterais de seu móvel para organizar echarpes, mantas e cintos. Assim você otimiza incrivelmente umas duas ou três gavetas.

– Utilize a parte mais baixa do móvel para organizar os sapatos. Caso o seu espaço seja reduzido, providencie um puff com tampa e coloque ali: tênis, rasteiras e chinelos, todos em pé – para que você possa visualizar tudo. O puff servirá, ainda, para você sentar enquanto veste os sapatos.

– Para multiplicar o espaço do móvel, a alternativa mais eficiente e econômica é remover algumas prateleiras e no mesmo espaço colocar araras. Fazendo isso você consegue guardar em torno de 40% mais roupas.

– O que não se vê, não se usa – esta regra é inviolável. Se você quiser usar todos os seus acessórios, roupas e outros itens, esqueça as caixas coloridas. Providencie caixas transparentes, empilháveis e que permitem a ventilação para acomodar o que pode ficar em caixas – elas costumam triplicar o espaço no móvel.

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– Nas gavetas, procure colocar as peças pequenas e íntimas.

– Cuidado com os excessos de “rolinhos”, eles ficam lindos em revistas de decoração, mas na hora de usar a peça ela estará toda amassada.

– Procure remover de seu armário ou closet: papéis, documentos, fotos e tudo o que não for de vestir. Além de estarem ocupando um espaço que não é ideal para eles, a poluição visual é certa.

– Para os armários femininos: tudo à vista, prático e ao alcance das mãos. Esqueça a parte de trás do móvel e as caixinhas que escondem seus itens. Mulheres são visuais. Siga a regra e a bagunça não volta.

– Para os armários masculinos: tudo impecavelmente dobrado. Camisas, camisetas e polos em cabides – homens precisam acessar. Se o acesso for pleno, ele manterá exatamente tudo na mais perfeita ordem.

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Para conservar o seu armário e suas roupas

A pior inimiga de qualquer armário é a umidade, causadora do temido mofo. Para acabar de vez com esse problema, a consultora em organização sugere que uma vez por semana todos os compartimentos do armário sejam abertos e se deixe uma estufa ligada no ambiente por pelo menos uma hora. Como em um passe de mágica a umidade e o odor do mofo desaparecem. “Esqueça os sabonetes e os saches perfumados para tirar o cheiro de mofo das roupas, isso tende a piorar a situação com a misturança de odores”, revela Rosângela.

Home office prático e funcional: você ainda vai querer ter um

Trabalhar em casa pode ser o sonho de alguns ou um pesadelo para outros. Disciplina, compreensão familiar e metas claras são as bases para que o negócio próprio triunfe entre quatro paredes. E mesmo quando o ambiente não é o local de trabalho oficial, é preciso ter um suporte mínimo necessário para finalizar o que nem sempre se concluiu no escritório. Ou seja, um home office funcional e agradável é meio caminho para que se atinja prazer e sucesso no negócio em casa.

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“Em primeiro lugar vem a ergonomia, afinal passamos longas horas dentro deste ambiente de trabalho e conforto é o que buscamos. Trabalhar confortavelmente melhora seu desempenho e qualidade do trabalho feito. Seja em um escritório comercial ou residencial, fundamental é que seja um ambiente propício para a concentração, a criatividade e a produtividade”, afirma Fabiana Mazzotti, arquiteta do escritório Fabiana Mazzotti Arquitetura e Interiores.
Sabendo da necessidade e da importância de um home office, Fabiana desenvolveu projetos com conceitos semelhantes para dois de seus clientes em um prédio novo no bairro Três Figueiras, na Capital. Em ambos, o espaço arquitetado serve como suporte à atividade executada nas empresas, mas nem por isso o projeto pode ser menosprezado. A profissional aproveitou a área da sacada para, após fechamento com vidro, montar ali a reduzida, porém fundamental, área de trabalho.
No primeiro projeto (foto no alto), para um advogado, observe como o tom escuro da lâmina natural de madeira e da cadeira preta de tela dão ao espaço ar sóbrio e masculino. No segundo caso (abaixo), no imóvel de uma empresária que mora na serra gaúcha mas vem a Porto Alegre com frequência, a aplicação do mesmo piso desde o living até a sacada e a escolha por tons de base neutros contribuem para a unidade visual. A mesa foi feita em laca no tom vinho, já mais trabalhada e também sob medida, mas recebeu tampo de vidro para proteger de riscos e batidas.
A praticidade e o aproveitamento de área em ambos os casos fica evidente no painel de madeira do fundo que dá acesso por meio de uma pequena abertura à máquina externa do split, fundamental para eventuais manutenções ou reparos. No apartamento dele, a escolha de uma mesa solta permite que o móvel seja afastado e facilite o acesso às condensadoras.

Como o espaço é exíguo – as paredes do fundo têm, em média, 1,50cm de comprimento – o aproveitamento vertical teve de ser total. Note como os nichos aéreos sobre a bancada ajudam a guardar livros, expor objetos e ainda servem de base para a iluminação pontual voltada para a área de trabalho.
“É importante ter móveis nas medidas corretas, pensar nas cores que quer no espaço, acessórios para facilitar a sua vida, iluminação adequada e ter materiais e acabamentos que sejam duráveis. Tudo deve ser feito com cuidado para que você tenha um espaço agradável para trabalhar”, finaliza Fabiana.
Elaboramos uma série de dicas para o seu home office e seu trabalho funcionarem numa boa. Confira abaixo:
Tenha um local de trabalho apropriado: se você não tiver um dormitório ou uma área bem demarcada para tal fim em casa, tenha pelo menos um espaço separado para sua mesa, livros, telefone, canetas e papel. São raros os casos de pessoas que funcionam bem um dia na cama, outro no sofá e outro na mesa de jantar. Se o tipo de atividade que você faz em casa é de suporte à profissional feita na empresa, o escritório pode ser uma sacada, no quarto ou até mesmo em um ambiente de passagem. Porém, cuide para que a iluminação deste local seja adequada, para que haja ventilação suficiente e para que se consiga o mínimo de tranquilidade para concentração, se for o caso;
Estabeleça regras: quando estiver em seu espaço de trabalho, você não deve ser interrompido com problemas domésticos. Separe bem sua vida pessoal de sua vida profissional. Isso deve ficar bem claro para sua família, amigos e empregados domésticos. Não tenha receio de impor limites e dizer: “não posso, estou trabalhando”;
Tenha todos os itens que precisa disponíveis: computador, internet de qualidade, microfone e fones de ouvido, teclado e mouse. Você terá que fazer alguns investimentos e terá que cuidar da manutenção do seu escritório. Prepare-se para tomar nota de tudo que precisa e as providencie em seu tempo livre;
Compre uma mesa e uma cadeira confortáveis: você passará uma grande parte do seu dia neste ambiente então é preciso que ele seja confortável. Com boas pesquisas na internet é possível conseguir isso com um baixo investimento. Acredite: passar muito horas sentado em um banco ruim fará mais mal a sua coluna do que se pode imaginar;
Estipule uma rotina de trabalho: é importante que você defina seus horários. Determine seu horário de trabalho e os momentos nos quais você pode parar por um tempo e esfriar a cabeça, fazer outras coisas, tomar um café ou ir ao banheiro. Mas lembre-se: estes horários devem ficar claros para você e seu time;
Gerencie seu tempo nas redes sociais: pode parecer bobagem, mas sem um policiamento você gastará grande parte do dia sem nem perceber. Eventualmente você gastará algum tempo com isso, principalmente se seu trabalho envolve internet, porém saiba que esse tempo gasto não pode tornar-se regra. Seja firme e disciplinado com o próprio tempo;
Estimule-se visualmente: ter uma parede pintada de uma cor vibrante ou intensa ajuda aqueles que precisam produzir com criatividade e originalidade. Vermelho, amarelo, rosa e laranja costumam funcionar sobre uma base neutra e ajudam a pontuar em objetos e mobiliário móvel. Lembre-se: tons frios deixam a peça mais tranquila e relaxante, e os terrosos, mais sóbrio e sofisticado. Se tiver espaço, avalie a possibilidade de pintar uma parede ou uma parte dela com a tinta lousa, onde você poderá deixar recados, frases e pensamentos estimulantes. Emoldure fotos, quadros de valor sentimental e pôsteres que até então estavam guardados. Tudo isso, visualizado diariamente, ajuda a criar um cantinho pessoal, cheio de energia e estimulante;
Organize as tarefas para o dia: tente fazer este planejamento como sua primeira tarefa todas as manhãs, desta forma você e seus colegas saberão o que esperar ao final do de trabalho dia (e você evitará sair do percurso). Você pode experimentar ferramentas de produtividade ou um simples bloco de notas (use a ferramenta que consumirá menos tempo para manter);
Desabilite as notificações de alguns aplicativos: elas geram muito ruído e acabam por atrapalhar e desconcentrar (Skype, Gtalk, aplicações desktop para Facebook e Twitter): logicamente é importante saber dos e-mails que recebemos, mas não é produtivo ser alertado sobre cada novo spam ou contato que fica online. Saiba administrar o tempo “para cada atividade”.

 

Fonte: http://revista.penseimoveis.com.br/especial/rs/editorial-imoveis/capa,0,0,0,0,Home-Dussanti.html

Saiba como usar crédito para financiar um imóvel

As taxas de financiamento de imóveis são, em geral, as mais baratas do mercado em relação a outras modalidades de crédito. Isso porque, caso o comprador não pague a dívida, o banco pode tomar o bem de volta para evitar a perda financeira. Quanto menor o valor financiado, menor o risco para o banco e menor a taxa.

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-Documentação necessária para financiar um imóvel

Quem pretende financiar um imóvel pode providenciar a documentação básica antes mesmo de ir ao banco.

Embora outros papéis possam ser requeridos de acordo com cada caso e instituição financeira, há exigências comuns para todas as instituições.
– Carteira de Identidade ou outro documento oficial de identificação que informe o nome dos pais. Além do original, uma cópia;
– CPF, original e cópia, ou documento oficial original que tenha o número do CPF;
– Comprovante de estado civil, cópia e original;
– Comprovante de rendimentos, original e cópia;
– Certidão Conjunta Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e Dívida Ativa da União ou Certidão Conjunta Positiva com Efeito de Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e Dívida Ativa da União, disponíveis no site da Receita Federal;
– Quem deseja usar o dinheiro do próprio FGTS para dar de entrada no imóvel vai precisar de mais documentos, como carteira de trabalho e extrato do FGTS.

– Etapas do financiamento

De acordo com a Caixa Econômica Federal, o caminho básico até o financiamento de um imóvel envolve os seguintes passos do candidato ao crédito:

– simular as taxas para cada tipo de financiamento no site das instituições financeiras. Os bancos de varejo, públicos e privados, têm simuladores que podem ajudar o comprador antes mesmo que ele vá à agência bancária;
– preencher os cadastros e fichas, com informações pessoais e de renda, exigidos pela instituição financeira escolhida;
– se o cadastro for aprovado pelo banco, o cliente recebe a carta de crédito solicitada;
– junto com a carta de crédito, o cliente recebe do banco uma relação de outros documentos e formulários que ele precisará entregar à instituição.

– Pesquise a melhor taxa

A melhor saída para quem pretende financiar um imóvel é consultar todas as opções possíveis e saber qual o menor preço do mercado, que servirá de base para negociações.

Há linhas de crédito específicas para a casa própria disponíveis em praticamente todos os bancos de varejo do país. As opções variam de acordo com o perfil de cada comprador: renda, percentual a ser financiado e valor do imóvel.
Na Caixa Econômica Federal, banco público líder em crédito imobiliário no país, as taxas variam entre 5% ao ano + Taxa Referencial (TR) e 13,5% ao ano + TR.

O dinheiro que a Caixa empresta para os financiamentos de imóveis vem, basicamente, de uma das três seguintes fontes: o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE); ou o Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS.

– Preste atenção nos índices de correção

Antes de assinar um contrato de financiamento de imóvel, preste muita atenção aos índices de correção: são eles que determinarão o quanto o preço do seu empréstimo subirá ao longo dos anos.

Usualmente, os mais usados são as variações acumuladas em 12 meses do Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) ou o Índice Geral de Preço do Mercado (IGP-M). “Os índices são necessários para calcular o quanto a parcela valerá ao longo dos anos, com a inflação”, diz o consultor Alexandre Lignos.

O melhor, recomenda, é pesquisar qual desses índices subiu menos antes de ir ao banco; em caso de dúvidas, não assine e peça a consultoria de um advogado, até entender cada detalhe.

“O contrato não pode adotar mais de um índice no contrato, como ‘o índice que variar mais no período’, ou índices compostos, como IGP-M + TR. Só pode um único índice”, avaliou.

– Se você tem dinheiro para a entrada

Juntar uma boa reserva inicial é a melhor maneira de garantir taxas de juros e prazos menores em um financiamento imobiliário.

Quem se encaixa nesse perfil tem liberdade para encontrar bons negócios em imóveis usados, novos ou na planta.

No caso dos usados, o financiamento vale a pena se o preço for muito atraente: isso porque as taxas de financiamento dos usados são mais caras que a dos imóveis novos . “No momento em que o cliente deixar de pagar o imóvel, o novo ainda continuará novo ou seminovo. Já o usado financiado, quando o banco precisar tomar, em caso de inadimplência, já não vale nada”, avalia Miguel José Ribeiro de Oliveira, vice-presidente de estudos econômicos e responsável pela pesquisa mensal de juros da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Para Oliveira, quem procura parcelas pequenas e prazo longo deve fugir dos usados. “O banco não financia 100% no imóvel usado. Para quem vai pagar parcelas com aperto, é mais complicado”, diz.

O consultor financeiro Alexandre Lignos, da IGF, diz que, a não ser que a diferença de preço entre o novo e o usado seja muito grande ou o imóvel seja o “sonho” do comprador, é melhor financiar um novo.

“Se a pessoa tem R$ 80 mil, é melhor comprar um usado de R$ 100 mil ou um novo de R$ 120 mil? Tem que se avaliar infraestrutura do condomínio, o quanto cada um vai depreciar, sem falar nos gastos com manutenção. Você nunca sabe ao certo quanto vai gastar em obras num imóvel usado”, diz Lignos.

– Novo ou na planta?

Na avaliação do consultor financeiro Alexandre Lignos, da IGF, quem tem dinheiro para dar de entrada pode se beneficiar da compra de imóveis na planta que, calcula, são em média 20% mais baratos do que os novos.

“No contrato, você está comprando um pedaço do terreno, uma coisa que ainda não existe”, diz. Apesar do risco – e principalmente quando há alguma reserva disponível – há mais espaço para negociar as condições de pagamento e de preferências do futuro proprietário. Além disso, como parte do valor do imóvel é paga à própria construtora, o montante a ser financiado com os bancos será menor.

“Se você compra na planta um imóvel de R$ 260 mil, e paga R$ 130 mil para a construtora até sair o Habite-se (certidão de que o imóvel está de acordo com a legislação), vai ter que financiar no banco R$ 130 mil, bem menos do que se você buscasse o financiamento do mesmo imóvel já pronto”, diz Lignos.

– Como financiar imóvel de madeira

De acordo com a Caixa Econômica Federal, não podem ser financiados imóveis de madeira que apresentem condições de “fragilidade ou baixa durabilidade, riscos de problemas estruturais e ausência de condições de habitabilidade”.

Assim como os imóveis de alvenaria, os imóveis de madeira precisam ser aprovados em vistoria realizada pelo departamento de engenharia do banco para que o financiamento seja aprovado.

– Quem não tem dinheiro para dar de entrada, mas tem pressa

Nesse caso, a solução é entrar em um financiamento de 100% do imóvel, com prazo longo. “Tem situações em que a pessoa tem uma renda baixa e ainda paga o aluguel. Nesse caso é muito difícil ela conseguir fazer uma reserva de R$ 20 mil, R$ 30 mil para dar de entrada”, diz Oliveira, da Anefac. Sempre que possível, no entanto, é melhor evitar essa opção. “Não vale a pena porque daí um imóvel que valia R$ 100 mil você vai acabar pagando R$ 300 mil em 30 anos”, avalia.

– Quem não tem dinheiro para dar de entrada e não tem pressa

Se o objetivo é ir juntando dinheiro para, um dia, realizar o sonho da casa própria, o consórcio pode ser uma boa opção. A vantagem, diz o economista da Anefac, é que um imóvel em consórcio pode sair de 25% a 30% mais barato do que em um financiamento tradicional.

A principal desvantagem, além dos prazos de pagamento mais curtos do que no financiamento imobiliário, é que não dá para ter ideia de quando o imóvel estará finalmente disponível para o proprietário.

“Para quem quer sair do aluguel agora, não serve. A não ser que você seja muito sortudo ou tenha uma boa reserva para dar um lance. É bom para um jovem que não esteja com pressa de sair da casa dos pais, ou um segundo imóvel, uma casa de campo”, exemplifica o economista.

Samy Dana, da FGV, e Alexandre Lignos, da IGF, discordam. Para eles, é bem melhor juntar o dinheiro em uma aplicação mês a mês, sem interferência de um consórcio, que cobra taxas pela administração dos recursos.

– Para quem vai construir o próprio imóvel ou fazer uma reforma

Realizar desde o início a obra de um imóvel idealizado pelo proprietário requer um tipo de financiamento que, em geral, é mais caro que o crédito imobiliário.

Mais uma vez, por causa do risco: em caso de inadimplência, é mais difícil para o banco tomar um imóvel que ainda não existe e, por isso, nem se sabe ao certo quanto valerá.

“Como o banco não consegue enxergar o produto final, não vai avaliar em preço muito alto”, avalia Samy Dana, que alerta: “é preciso tomar cuidado, porque quem constrói facilmente se engana nos planos, a construção demora mais e se gasta três vezes mais do que o previsto”.

Já para quem pretende reformar, há linhas específicas para a compra de material de construção com esse fim que são mais baratas que outras opções de empréstimo pessoal.

– Cuidados antes de financiar um usado

O professor de economia da Fundação Getúlio Vargas, Samy Dana, diz que o financiamento de parte do imóvel usado é recomendável mesmo para quem já tem o dinheiro para pagar à vista, como alternativa para fugir dos riscos de eventuais pendências relacionadas ao bem.

“Financie pelo menos um pouquinho do imóvel. Antes de aprovar o financiamento, os bancos fazem uma busca para ver se ele está em condições adequadas, se não tem pendência judicial ou está devendo imposto. Você paga por isso, mas fica mais barato do que fazer por conta própria”, afirma Dana.

Buscar um cartório de registro de imóveis e exigir o máximo de informações do proprietário também são passos para quem quer evitar surpresas desagradáveis na compra.
Fique atento a itens como:
– se o proprietário do imóvel é o único dono ou se há outros proprietários;
– se o proprietário(a) é casado(a), é necessária a assinatura do cônjuge para fechar o negócio;
– se há certidão negativa da prefeitura de ônus com o IPTU do imóvel;
– exigir últimos comprovantes de pagamento de água, de luz e de outros encargos incidentes sobre o imóvel;
– no caso de apartamentos, peça ao síndico uma declaração negativa de débitos do imóvel no condomínio.

– Quando vale a pena refinanciar o imóvel

Refinanciar o próprio imóvel e obter dinheiro a juros menores pode ser uma boa solução para tem uma dívida cara (como no cheque especial ou no cartão de crédito, por exemplo). Mas atenção: a alternativa só é viável para quem tem certeza que conseguirá pagar as parcelas do financiamento sem problemas. Isso porque, em caso de inadimplência, o endividado perde o imóvel.

“É arriscado para quem for deixar de pagar. Mas vale para valores proporcionais: não tem cabimento para cobrir uma dívida de R$ 10 mil no cheque especial, fazer um financiamento de R$ 100 mil”, ensina Oliveira, da Anefac.

Para Samy Dana, da FGV, o refinanciamento é recomendável para quem tem certeza da sua capacidade de pagamento. “Eu não acho que você pode usar isso para entrar em um risco maior, de tomarem seu imóvel. Mas o mecanismo é recomendado”, afirma.

– Como usar o FGTS

Na hora de planejar o financiamento, lembre-se do FGTS: ele pode ser o maior aliado de quem quer reduzir o prazo e as taxas de juros no crédito imobiliário.

“É uma possibilidade interessante uma vez que esse dinheiro fica um pouco congelado na sua vida, não rende muito”, diz Samy Dana, da FGV.

A maneira mais tradicional e conhecida de usá-lo é como entrada do imóvel. Pode, no entanto, também ser usado para quitar parcelas (atrasadas, inclusive) ou reduzir o saldo devedor do financiamento do mesmo imóvel mais de uma vez, desde que haja saldo disponível – mesmo que o FGTS já tenha sido usado na entrada.

“É importante usar para dar de entrada e, depois disso, é permitido a cada dois anos você pegar o FGTS e amortiza taxa do saldo devedor”, afirma Miguel José Ribeiro de Oliveira, da Anefac.

– Taxas que você paga sem saber

O advogado Marcelo Tapai, especialista em ações judiciais do setor imobiliário, diz que é preciso ficar atento para não levar um susto na hora de pagar o financiamento do seu imóvel. Confira as taxas que, muitas vezes, são cobradas no financiamento imobiliário sem aviso prévio:

– Taxas de consultoria/assessoria imobiliária

As mais comuns são a Sati (Serviço de assessoria técnica imobiliária) e a taxas de corretagem, cobradas geralmente nos estandes de venda que as construtoras montam no próprio terreno do empreendimento.

“Quando alguém compra o imóvel, tem que pagar apenas o valor do imóvel. Todo o resto é opcional e deve estar discriminado antes do pagamento”, orienta. De acordo com o advogado, é importante pedir essa discriminação por escrito antes de fechar negócio. “Senão cobram o preço do imóvel R$ 100 mil, você vai lá R$ 10 mil de entrada e quando vê o contrato percebe que custava R$ 95 mil”, exemplifica.

– Financiamento ‘recomendado’

É importante, segundo Tapai, pesquisar as melhores condições antes de aceitar a linha de financiamento “recomendada” pela construtora. Muitas vezes, isso acontece porque a construtora financiou a obra com a mesma instituição, e cobra taxas para repassar a documentação do cliente ao banco de preferência dele.

“O consumidor tem o livre direito de usar a linha de financiamento que for mais conveniente. A construtora não pode cobrar essa taxa do cliente”.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2011/06/saiba-como-usar-credito-para-financiar-um-imovel.html

Como comprar seu primeiro imóvel com planejamento e responsabilidade?

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Ter um lugar para chamar de seu é um sonho de muitos brasileiros. A compra da casa própria é um objetivo que jovens e adultos têm em mente mas muitas vezes não sabem como preparar o investimento necessário para isso. Por isso, diante de uma oportunidade tentadora, é natural que acabem agindo por impulso e fechem rapidamente o negócio.
No entanto, a compra de um imóvel é uma relação de consumo que envolve grande quantia de dinheiro e, sobretudo em casos da primeira compra, é necessária cautela, responsablidade e ter o pé no chão. Como comprar seu primeiro imóvel analisando todas as variáveis possíveis então?

“Com uma expectativa positiva para o mercado imobiliário nos próximos anos e a melhoria do poder aquisitivo da população, a ideia de comprar um imóvel é uma proposta muito tentadora, mas não se deve precipitar. Afinal, não se trata de qualquer investimento”, diz Roberto Bisker, CEO e sócio fundador da SAB Group Incorporações. Antes de começar a pesquisar imóveis, é preciso ter um planejamento – cada pessoa deve respeitar o seu momento financeiro e suas possibilidades, de forma a tomar a melhor decisão para o seu caso. “Geralmente as pessoas em busca do primeiro imóvel estão adquirindo o seu maior patrimônio e dando um passo muito importante na sua vida; não se trata apenas de uma compra, e sim a conquista de um sonho”, analisa Bisker.

Uma série de fatores precisam ser levados em conta para a decisão da compra do primeiro imóvel, mas dois deles se sobressaem e são as primeiras variáveis que devem ser pensadas: a localização do imóvel e o valor necessário para a compra em comparação com a renda disponível para tal aquisição. “É importante saber em qual região se pretende morar e conseguir delimitar os bairros que farão parte da rotina do comprador”, pontua Bisker. “Para tal avaliação, também é necessário decidir se o primeiro imóvel será uma moradia temporária ou mais permanente, com um projeto de vida familiar. As facilidades da região, como transporte público, mercados, bancos, shoppings centers e outros serviços também entram na pesquisa.”

Outro fator decisório é a renda disponível para a compra e a reserva garantida. O ideal é fazer cuidadosamente os cálculos e analisar as opções de pagamento. ”Os financiamentos praticados no mercado só cobrem 80% do valor do imóvel. Então, contando todos os gastos extras – incluindo os valores do cartório – é preciso uma reserva de pelo menos 30% do valor do bem que desejado”, calcula o CEO. Antes de definir a estratégia de pagamento, é sempre interessante analisar cada uma das opções disponíveis na praça como o financiamento concedido pelas construtoras, o empréstimo bancário e os consórcios. Independente do tipo de pagamento, o primeiro passo para quem pretende adquirir o primeiro imóvel é poupar seu dinheiro e pensar a médio e longo prazo, para não surgirem endividamentos.

Outras dicas
Outra dúvida comum dos compradores do primeiro imóvel é a questão do aluguel. Em alguns momentos, pode sim ser melhor alugar um imóvel, ainda que temporariamente, até poder comprar ou financiar um apartamento sob condições mais favoráveis. Porém, a mesma renda utilizada no aluguel poderia ser resguardada para o sinal para a compra efetiva do empreendimento, sendo um apartamento usado, novo ou na planta – sendo assim, uma melhor alternativa. Os imóveis usados, mesmo sendo maiores, tendem a se desvalorizar mais rápido com o passar dos anos e geralmente necessitam de uma maior reforma e não possuem áreas mais modernas de lazer, como piscinas e academias.

Em todos os casos, é preciso estar preparado para fixar uma parcela significativa do orçamento com o pagamento de prestações e saber que os gastos não acabam na compra. “Além de taxas e impostos associados com a aquisição do imóvel, é preciso levar em consideração os gastos mensais fixos como seguro, IPTU e condomínio”, pontua Bisker. O futuro proprietário deve fazer as contas e verificar seu balanço financeiro – a compra do imóvel é apenas o segundo passo, após todo o planejamento. Porém, ter um imóvel requer sempre responsabilidade e análise de custos.

Ao se programar para a compra, por mais que o desejo de ter o primeiro imóvel seja urgente, é preciso ter cautela. O mercado está com várias boas oportunidades e realizar um planejamento financeiro e pessoal, junto à uma pesquisa de imóveis e regiões, é essencial para encontrar o melhor negócio que se enquadre ao perfil desejado.

Fonte: http://www.portalvgv.com.br/site/como-comprar-seu-primeiro-imovel-com-planejamento-e-responsabilidade/

Flores de verão para decorar a casa: veja seis opções de vasos e arranjos.

A temporada mais quente do ano pede uma decoração exótica e natural, cheia de cores e sem nenhuma frescura. É neste clima de calor que as flores tropicais e as espécies resistentes ganham a missão de embelezar a casa com um colorido de fazer inveja nas outras estações.

Pensando nisso, elegemos no mosaico abaixo as seis flores que mais combinam com o verão brasileiro. A paisagista Anna Luiza Rothier também nos deu dicas sobre quais delas devem ficar em vasos e quais ficam perfeitas em arranjos. Veja e inspire-se.

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Vasos
Bromélias (1), flores da fortuna (2) e orquídeas (1) devem estar plantadas em vasinhos tradicionais com terra para crescerem vistosas. É suficiente regá-las apenas uma vez por semana, molhando principalmente o centro do vaso. Cercá-lo com um pouco de “barba de velho” – um tipo de folhagem – protege a planta do calor excessivo e ainda arremata a decoração. Essas flores devem ficar protegidas do sol, numa sombrinha leve, por isso são ideais para interiores e varandas fresquinhas.

Arranjos
Já a flor de colônia (3), o “bastão do imperador” (4) e a strelitzia (5) são espécies tão imponentes e exóticas que podem até fazer o papel de objetos de decoração. Em garrafas de água, recipientes de vidro ou amarradas em arranjos, elas misturam luxo e tropicalismo. Ideais para decorar festas à beira da piscina, coquetéis em casa e jantares. A água do arranjo deve ser trocada diariamente e adicionar uma pedra de gelo garante uma maior durabilidade das flores. Após cinco dias de uso, elas devem ser trocadas.

Fonte: http://gnt.globo.com/casa-e-decoracao/dicas/Flores-de-verao-para-decorar-a-casa–veja-seis-opcoes-de-vasos-e-arranjos.shtml

Decorações super criativas e econômicas para sua casa!

O natal já está chegando, e você pode enfeitar sua casa com uma decoração super criativa e o melhor de tudo, gastando super pouco!

Veja logo abaixo lindas opções para deixar seu imóvel preparadíssimo para as festas de final de ano:

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