Oito ideias para a decoração da sua sala home theather

As propostas apresentadas neste artigo, abordam oito distribuições que ajudá-lo-ão a transformar a sua sala numa sala de cinema “home theater”.

Assim, vamos abordar de foram ilustradas varias opções para como a Tela embutida e vista privilegiada, decoração feito sob medida, usando tons em branco e laranja, ideias para clarear, aproveitado o conforto de cinema, criando espaços integrados, modulares e metálicos, e ainda aproveitando o espaço Irregular.

 

Tela embutida e vista privilegiada

 

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O estilo predominantemente clássico é quebrado com as peças de desenho contemporâneo neste ambiente. Integrado ao espaço, o home theater, de 40 metros quadrados, recebeu uma estante de madeira pintada que abriga, a parte superior centra, um nicho para embutir a tela e, nas laterais, espaço para os equipamentos de som.

Quando não usada, a tela dá espaço ao bar, com fundo de espelho e iluminação embutida. Sofás pretos compõem com a poltrona, banqueta e almofadas revestidas de jacquard bege com motivo africano. A mesa de centro e o aparador, ambos com pés cromados e tampo de vidro, sobre tapete claro, complementam o espaço.

 

Feito sob medida

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Mobiliário sob medida para aproveitar todos os espaços é o destaque deste projecto. O home theater de 12 metros quadrados, recebeu sofá em L e de linhas rectas, mantendo a unidade de tons com o piso de travertino romano rústico.

Para contrastar, um móvel baixo de radica de imbuía, abriga os equipamentos electrónicos e pufes de couro também funcionam como mesa de centro. As amplas janelas foram cobertas por persianas, como solução de leveza além de impedir o reflexo de luz na tela plana, posicionada na parede.

 

Em branco e laranja

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Local de encontro familiar, este home theater, de 17,78 metros quadrados, deveria atender ao pedido dos proprietários que desejavam um ambiente clean, prático e muito confortavel. Os módulos de armários brancos com nichos para encaixe dos electrónicos em vários tamanhos e alturas.

De linhas rectas e sem detalhes, acompanham os estofados também brancos, poltronas que viram chaise e pufes de apoio sob a mesa de centro, para pequenos lanches, O contraste fica com as paredes revestidas de palha em tom laranja.

 

Para clarear

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A proposta foi deixar o espaço, de 24 metros quadrados, mais claro e iluminado. Nas paredes foi usada a cor barbante bem suave e tetos, portas e móvel do home theater foram pintados de branco.

O piso também recebeu a cor branca na pátina para ajudar a ampliar o espaço. A sanca de gesso contorna todo o ambiente com iluminação embutida. Como a sala deveria abrigar os equipamentos de som e imagem, dois sofás de veludo e poltronas de couro branco dão o conforto necessário.

 

Conforto de cinema

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Cerca de 24 metros quadrados é a metragem deste home theater. A proposta do projecto foi integrar os equipamentos electrónicos ao espaço, deixando o ambiente completo para receber os amigos.

O teto foi rebaixado com gesso para embutir os fios, caixas de som, iluminação e a tela. Um sofá arredondado, colocado de frente para a tela, delimita a área e cria a separação com a sala de jantar. Um pufe, no centro, substitui a mesa. Um móvel de madeira marfim e tampo de vidro foi projectado para abrigar os acessórios electrónicos. Todos os equipamentos são monitorados por controle remoto.

 

Espaço Integrado6

Este espaço, de 36 metros quadrados, abriga o home theater e o canto da lareira. De um lado, um confortável sofá foi posicionado de frente para o aparelho da televisão, que acomoda todo o equipamento do home theater distribuído em duas estantes laterais.

As poltronas, acompanhando o tom dos móveis, podem ser deslocadas quando necessário. Atrás do sofá, com direito a um lugar especial para relaxar, está a chaiselongue, delimitando o canto da lareira. Assim, os dois ambientes integrados assistem com conforto a programação da tela.

 

Modular metálico

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Utilizado também como sala de estar, este home theater, de 30,80 metros quadrados. O amplo sofá de couro com almofadas de lona, colocado em L, compõem-se com as duas poltronas de encosto semi-circular em tons abóbora e creme.

Desenhado pelos arquitectos, o móvel modular metálico, que comporta a televisão e os demais equipamentos electrónicos, é composto por gavetas na parte inferior e guarda CDs e DVDs de forma organizada.

Na parede oposta, texturizada com massa corrida e tinta cm diversos tons de verde fosco, estão os armários numa composição geométrica para abrigar o bar. A mesa de centro com rodízios e estreitas gavetas, que deslizam sob o vidro, guarda fotos da família.

 

Em espaço Irregular8

 

A forma irregular do ambiente, de 22 metros obrigou os decoradores por adaptarem por um sofá de canto com mais um complemento, executado por tapeceiro, para cobrir três paredes do espaço, tornando-o confortável e aconchegante.

Uma das paredes foi revestida de palha nos tons das almofadas e do tapete de sisal com seda. A mesa de centro, no mesmo estilo rústico de fibras naturais, tem tampo de bambu prensado. Bem dimensionada, a estante abriga os equipamentos de som e imagem em nichos próprios.

Fonte: http://www.casaeplanos.com/sala-decoracao/oito-ideis-decoracao-sala-home-theater.html

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Facilidade de financiamento e aluguel valorizado tornam imóvel investimento atrativo.

567284-Novas-regras-para-financiamento-de-Imóveis-Caixa-2013-02SÃO PAULO – Quem está disposto a investir não deve contar apenas com fatores subjetivos e incertos, como boa vontade e sorte, para aumentar seu patrimônio. Além dos objetivos a serem atingidos, dos riscos que envolvem a aplicação, do retorno financeiro obtido e das opções disponíveis no mercado, é preciso avaliar as tendências econômicas, sociais e políticas que podem influenciar nos investimentos.

Neste sentido, apesar da recuperação gradativa do mercado de renda variável no Brasil, depois do abalo sofrido pela crise de crédito norte-americana, investimentos mais sólidos, como no mercado imobiliário, podem ser, no momento, mais atrativos, ainda mais com as recentes facilidades de acesso a quem quer comprar imóveis para alugá-los ou, posteriormente, vendê-los mais valorizados.

“Com juros mais baixos, riscos baixos e a solidez contra confiscos, o investidor que aplica em imóveis tem vantagens diferenciadas das demais aplicações financeiras”, argumenta a empresa do ramo imobiliário Tibério Construções e Incorporações.

Mais facilidades Dentre as novas medidas que ampliaram o acesso ao financiamento, está a que permite aos trabalhadores que recebem acima de R$ 4,9 mil utilizar recursos do FGTS para comprar imóveis. Anteriormente, esses consumidores teriam de procurar os financiamentos com recursos livres dos bancos ou da poupança (SFH), cujas taxas de juros são mais altas.

Além disso, o Conselho Curador do FGTS decidiu aumentar o valor do imóvel a ser financiado, de R$ 130 mil para R$ 350 mil, sendo que cotistas do fundo podem ter direito a R$ 245 mil de empréstimo.

Outra novidade, desta vez anunciada pela Caixa Econômica Federal, foi de redução da taxa de juros pós-fixada para financiamentos de imóveis com recursos do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), para mutuários que optarem pagamento em conta-corrente no banco ou consignado. Dependendo da modalidade a ser contratada, a queda é de 1% ao ano.

Aluguel mais valorizado “Hoje, comprar imóvel tem sido cada vez mais fácil, seguro e barato. Em contrapartida, o aluguel de imóveis tem sofrido um aumento de preços desde 2003, devido à demanda crescente de quem não comprova renda familiar suficiente para adquirir um financiamento e precisa morar em imóvel alugado”, afirma a Tibério.

Comprovando a afirmação, em artigo publicado recentemente, o presidente do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), José Augusto Viana Neto, aponta que o valor da locação mais do que dobrou na capital paulista, entre 2003 e 2008. Se naquele ano o aluguel representava 0,5% do preço do imóvel, hoje vale, no mínimo, 1%, chegando, em alguns casos, a 1,5%.

“Isso transformou o setor em um dos mais cobiçados para os investidores”, afirmou. “Recentes divulgações apontam uma migração da população para a periferia da cidade de São Paulo, uns por necessidade de economia, outros por busca de maior tranqüilidade e qualidade de vida para si e sua família”, completou.

Cautela O futuro investidor não deve, entretanto, deixar se levar apenas pelas vantagens do mercado imobiliário aquecido e pelas facilidades que encontrar para adquirir uma propriedade. Antes de aplicar suas economias, o investidor deve avaliar cada detalhe do contrato, dando atenção especial a itens como forma de pagamento ou localização do imóvel que pretende comprar.

Além disso, como já mencionado, é preciso definir previamente um objetivo para fazer a melhor escolha. “Se for viver da renda do aluguel de imóveis, o ideal é optar por imóveis de dois a três dormitórios, cuja locação é mais rápida que os imóveis de mais cômodos. O prazo médio de locação destes imóveis é de cerca de 30 dias”, explica Tibério.

Fonte: http://dinheiro.br.msn.com/guias/facilidade-de-financiamento-e-aluguel-valorizado-tornam-im%C3%B3vel-investimento-atrativo-53

Lustres: modelos que são tendência para você decorar a sua casa

Aposte nos lustres para completar a decoração dos seus ambientes. Veja algumas dicas abaixo de grandes profissionais da área:

 

Volume

As luminárias do espaço Antiquário Began, assinado pelo arquiteto João Paulo Senziani, são feitas em fibra ótica com fadas de porcelanas da marca espanhola Lladró, assinadas por Niagara Chandelier Lladro

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Luxo e glamour

A Suíte de Claudia Leitte, decorada pela arquiteta Karina Afonso, ganhou um lustre assinado por Philippe Starck, no valor de R$ 230 mil

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Todo azul

O lustre azul faz parte da casa Contêiner, que possui uma cozinha itinerante projetada pela arquiteta Brunete Fraccaroli

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Ilumine-se

A suíte do Bem-Estar, da arquiteta Betina Gomes, ganhou um tom iluminado com o lustre dourado que imita galhos secos

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Brincadeira

O lustre lúdico e colorido dá um toque especial à Suite da Filha Vaidosa, projeto arrojado e moderno de Clélia Regina Angelo

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Delicadeza

O lustre em cristal Baccarat proporciona um toque de luxo casual ao ambiente Recepção do Hotel, de Denise Monteiro

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Combinação

Lustres de diferentes tamanhos, modelos e cores iluminam o Quarto da Estudiosa, projetado por Ellen Cavalcante e Paula Ferraz para a Casa Kids

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Regional

A decoração do Lounge do Músico, criado em homenagem à cantora Fafá de Belém, foi complementada com o lustre Baccarat, inspirado na arquitetura da região norte do país

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Requinte

O Loft Rosita Missoni, do arquiteto Leo Shetman, tem lustres contemporâneos com um tom de vanguarda, que combinam com o estilo da grife Missoni, a homenageada da vez

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Protagonista

Na Sala de Estar, dos arquitetos Nicolas e Iara Kílaris, o lustre de cristal roubou a cena

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Cibernético

O lustre rebuscado é do Cyber Game Room, espaço de design moderno e ousado do arquiteto Daniel Kalil

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Criatividade

Detalhe do lustre da Suíte Vivianne Senna, assinada por Denise Barretto

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Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/casa/fotos/decoracao/lustres-modelos-sao-tendencia-voce-decorar-sua-casa-630838.shtml#12

Construtoras focam em imóveis sob medida

Projetos incluem casas e apartamentos com lazer e segurança. Financiamento pode chegar a 35 anos e o FGTS pode ser usado

Rio – Cada vez mais construtoras investem em projetos imobiliários enxutos, mantendo a qualidade do acabamento e itens como segurança e lazer. Isso tudo na medida certa para garantir que os proprietários não estourem o orçamento com o condomínio e a prestação do financiamento, quando estiverem morando.

As opções incluem apartamentos e casas, em média, com 60 metros quadrados e em bairros como Taquara, Tomás Coelho, Engenho Novo, Del Castilho e Campo Grande, além dos municípios de Nova Iguaçu, Macaé, Mangaratiba e São Gonçalo.

Casa dúplex decorada, do Fiori, em Campo Grande, tem lazer completo | Foto: Divulgação

Casa dúplex decorada, do Fiori, em Campo Grande, tem lazer completo | Foto: Divulgação

As oportunidades contam com imóveis dentro e fora do programa habitacional ‘Minha Casa, Minha Vida’. As unidades podem ser financiadas em até 35 anos e o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) poderá ser usado, desde que o trabalhador se encaixe nas regras para saque. Os preços são a partir de R$ 115 mil.

“O conceito de apartamentos sob medida permite que famílias tenham a oportunidade de adquirir o imóvel próprio sem preocupações, sem perder o conforto. Nesse cenário, como o ‘Minha Casa, Minha Vida’, que permite a compra com juros mais baixos, todos podem ter a oportunidade de ter a casa própria com o máximo de lazer”, explica Leonardo Mesquita, diretor de Negócios da Cury Construtora no Rio.

Fachada do condomínio Completo Zona Norte, da Cury, que terá 279 apartamentos e itens de lazer como salão de festas, piscinas adulto e infantil | Foto: Divulgação

Fachada do condomínio Completo Zona Norte, da Cury, que terá 279 apartamentos e itens de lazer como salão de festas, piscinas adulto e infantil | Foto: Divulgação

A empresa tem 1.182 unidades pelo programa em vários bairros da cidade do Rio, como Engenho Novo e Tomás Coelho, e no município de São Gonçalo.

Mangaratiba e Macaé têm unidades

A Brookfield e a João Fortes também adotaram o conceito. Elas oferecem empreendimentos em Sahy, em Mangaratiba, e em Macaé. A Brookfield já lançou 1.767 unidades em Sahy, desde 2009. Desse total, apenas 424 estão disponíveis, com preços a partir de R$ 100 mil. Os condomínios contam com áreas de lazer próprias.

Já construtora João Fortes lançou a segunda fase do Residencial Brisa do Vale, pelo ‘Minha Casa, Minha Vida’, em parceria com a Prefeitura de Macaé. São 496 unidades dois quartos com ou sem suíte.

Campo Grande está em alta

Campo Grande é um dos bairros que reúnem vários projetos imobiliários com este conceito de residência sob medida. Construtoras como a Celta e a Fernandes Araujo oferecem empreendimentos que contam com imóveis de qualidade, lazer completo e segurança.

 Lazer do Riviera Premium, da Celta, em Campo Grande. Condomínio terá apartamentos de dois quartos com suíte | Foto: Divulgação


Lazer do Riviera Premium, da Celta, em Campo Grande. Condomínio terá apartamentos de dois quartos com suíte | Foto: Divulgação

O Riviera Premium Residences, da Celta Engenharia, por exemplo, tem 216 unidades. Preços a partir de R$ 199 mil. Serão apartamentos de dois quartos com suíte. O condomínio será construído na Av. Cesário de Melo 4.077.

Já a Fernandes Araujo acaba de lançar o Fiori Residências. Condomínio de casas dúplex com jardim e churrasqueira exclusivos, além da completa área de lazer. Os dois empreendimentos contam com financiamento da Caixa.

Zona Sul e Barra mantêm conceito de condomínios

Algumas regiões do Rio estão recebendo vários investimentos em infraestrutura por conta dos grandes eventos que a cidade sediará (Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016) e, por isso, têm atraído projetos imobiliários que se tornam viáveis para a nova classe média.

“O Rio está passando por um momento bastante peculiar, recebendo grandes eventos mundiais, que trazem investimentos maciços para a cidade. Nesse contexto e com o aumento do poder aquisitivo da população, novas áreas se valorizaram e vimos grandes oportunidades em lançar empreendimentos em regiões pouco exploradas”, explica Marcos Saceanu, diretor de incorporação da PDG Rio.

O objetivo da construtora é oferecer empreendimentos com a qualidade e conforto de imóveis da Zona Sul e Barra, mas com um preço mais acessível. “Os empreendimentos atraem não somente os moradores da região, que ganham uma opção de luxo no lugar onde já moram, mas também investidores que acreditam na valorização desses empreendimentos”, conclui Saceanu. Há unidades prontas em Campo Grande, com entrada de 15%, sem juros e o restante pode ser pago em até 120 meses, com mensais a partir de R$ 974.

Fonte: http://odia.ig.com.br/portal/imoveis/construtoras-focam-em-im%C3%B3veis-sob-medida-1.521855Z

TAPETES: Uma decisão importante para cada ambiente.

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Dada a enorme variedade de opções disponíveis, escolher tapetes para a sua casa pode ser um desafio tão grande como decidir o mobiliário para um quarto de casal ou eleger um sofá para a sala.

Com etiquetas de preços bastante dispares, fabricados artesanal ou industrialmente, assinados por uma conceituada marca ou designer, há que decidir ainda material, textura, tamanho, formato, cor, quantidade, com ou sem padrão. Passo a passo, este guia vai ajudá-lo a cobrir o chão da sua casa com muito estilo e conforto.

Decoração vs. Função

Para além de puramente decorativos – enquanto verdadeiras “obras de arte” conferem vida instantânea a qualquer espaço, sendo ainda um bom ponto de partida para começar a decorar uma divisão – os tapetes têm várias funções práticas: aquecem e são aconchegantes, escondem eventuais defeitos no chão, abafam ruído, protegem o chão de riscos, são fáceis de armazenar (ocupando pouco espaço), de transportar para outra divisão ou outra casa, na hora da mudança.

Chão de eleição

O local onde o tapete é destinado vai influenciar muito a sua escolha, ou seja, cada chão deve ser vestido conforme a utilização do espaço em questão. Colocar um tapete persa muito caro no quarto de brincar da pequenada não será o mais indicado; o mesmo se pode dizer, por exemplo, sobre um tapete com pêlo na cozinha. Idealmente, para locais como a cozinha ou a casa de banho – que têm grande movimento e sujam-se facilmente – deve escolher tapetes de fácil manutenção, ou seja, que podem ser lavados na máquina e pouco grossos, para secarem depressa.

Formatar os tapetes

Para além dos tradicionais tapetes quadrados e rectangulares, os tapetes redondos e ovais têm ganha cada vez mais destaque enquanto peça de decoração que, estrategicamente pousada no chão, tem um resultado surpreendente. Igualmente inovadores são os runners, tapetes estreitos e compridos para animar espaços mais comprimidos. Experimente vestir o seu chão com formatos originais!

Cores no chão

Elemento chave de qualquer ambiente, as cores dos tapetes devem estar de acordo com a restante decoração, ou seja, devem conter pelo menos uma das cores neutras presentes nas paredes ou nos têxteis da divisão. Obviamente que, dependendo da sua localização, os tapetes claros vão sujar-se mais fácil e frequentemente do que tapetes escuros e isto é importante ter em conta uma vez que os tapetes nem sempre são práticos, nem baratos de limpar. No entanto, a opção por determinado tom tem ainda outras vantagens: um tapete escuro pode funcionar como um excelente ponto focal, ora num espaço de grandes dimensões, ora num espaço com detalhes arquitectónicos menos agradáveis; um tapete claro, por sua vez, cria a ilusão de espaço.

Padrões perfeitos

Tapetes com padrões são uma delícia para qualquer chão – não tenha receio de escolher tapetes padronizados (geométricos, orientais, florais) em vez de lisos ou então de combinar os dois. No entanto, o ideal é não ultrapassar os dois padrões por divisão e, mesmo assim, é necessário criar um equilíbrio estético: se o sofá tiver um pequeno padrão floral, pode optar por um tapete com um padrão maior; se as cortinas ou outros têxteis ostentarem padrões de grandes dimensões, o padrão do tapete deve ser menor. Por outro lado, um tapete com um desenho central só funcionará num espaço onde a mobília pode estar disposta em torno do mesmo ou sob uma mesa de vidro, por exemplo. A escolha de determinado padrão também tem outras particularidades: um tapete com riscas horizontais vai fazer uma divisão estreita parecer mais larga.

Dimensões & Quantidade

Actualmente, não é difícil adquirir um tapete com medidas personalizadas, no entanto, saiba que para determinar o tamanho máximo que um tapete possa ter numa determinada divisão, deve existir pelo menos 91 cm em toda a volta, criando assim uma espécie de moldura entre o tapete e as paredes. No caso da sala de jantar, certifique-se que o tapete é maior que a mesa, para que as respectivas cadeiras possam repousar sobre ele, mesmo quando puxadas para trás. Por exemplo, uma mesa para 12 pessoas requer um tapete de, pelo menos 4 x 3 metros, enquanto uma mesa para 8-10 pessoas já pede um tapete mais pequeno (3 x 2,5 metros). Em termos de quantidade, dois ou mais tapetes numa única divisão são perfeitos para criar espaços distintos (sala de estar e sala de jantar quando estão na mesma divisão; espaço de dormir e espaço de trabalho no quarto de um adolescente, por exemplo), para definir as áreas de passagem e agrupar diferentes peças de mobília que possam parecer dispersas.

Tendências

Embora não existam modelos certos e errados, mas sim tapetes clássicos e contemporâneos, a verdade é que também estas peças decorativas são alvo das tendências e as atuais apontam para:

– Tapetes de feltro;
– Tapetes produzidos com materiais naturais;
– Tapetes com texturas profundas e apelativas ao toque (de pés e mãos);
– Cores sóbrias, mas padrões vivos (geométricos e tradicionais);
– Tapetes com formatos irregulares;
– Tapetes com fibras acetinadas para um brilho espectacular vindo do chão;
– Tapetes de sisal (com novas texturas, padrões e bordas coloridas);
– Tapetes finos;
– Menos uso dos tapetes com pêlo e/ou despenteados.

Fonte: http://eudecoro.com/artigos/guia-para-escolher-tapetes

As melhores opções para investir em imóveis

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Imóveis podem trazer excelente retorno para quem deseja investir e garantir uma renda extra.

São Paulo – Escolher a melhor forma de aplicar o dinheiro é uma dúvida de muitas pessoas. Hoje, são inúmeras as possibilidades de investimentos que propiciam retornos lucrativos, em curto e em longo prazo. O mercado imobiliário, como sempre, é uma alternativa que salta aos olhos dos mais diversos tipos de investidores que buscam obter uma renda estável com a venda ou aluguel do imóvel. De maneira geral, investir em apartamentos, salas comerciais e lotes, na maioria dos casos, é sempre um bom negócio, principalmente com o aquecimento da economia que impulsiona cada vez mais o setor.

“Um imóvel bem comprado pode trazer para o seu investidor excelentes resultados. Além da valorização patrimonial do bem, ainda tem a possibilidade de retorno com a locação”, explica José De Fillipo, diretor da D-Fillipo Netimóveis.

Mas por qual tipo de imóvel optar quando se deseja investir?

Segundo Marco Tulio Silva, diretor de vendas da Gran Viver, avaliar qual é o melhor investimento depende do momento de vida e dos objetivos de cada investidor. Cada tipo de imóvel apresenta seus pontos fortes, fracos e também os seus riscos, como todo negócio. “É impossível prever qual é o melhor ou pior investimento, depende de uma série de fatores. No geral, o bom imóvel é aquele que tem uma documentação regular, uma boa localização e uma empresa séria e de credibilidade no mercado, que garanta a sua entrega”, destaca Silva.

Confira as vantagens e desvantagens de cada tipo:

Imóvel na planta

Uma das maiores oportunidades está na aquisição de imóveis na planta, que geram maiores lucros em relação aos imóveis já construídos. “Esse é, sem dúvida, o melhor investimento. Quando o apartamento fica pronto, o lucro que seria do construtor passa a ser do investidor. Muitos jovens, inclusive, optam por alugar o imóvel assim que ele é entregue. Dessa forma, podem pagar uma parte das prestações do financiamento com o valor recebido do aluguel”, diz De Fillipo.

Os imóveis prontos também oferecem diversas possibilidades de investimentos. A pessoa pode optar entre residenciais e comerciais, que podem ser vendidos após a valorização patrimonial, ou alugados, garantindo uma renda mensal extra ao investidor. “Apartamentos menores, de um ou dois quartos, são os mais procurados, assim como salas e lojas, que proporcionam boa rentabilidade quando são locados”, explica o diretor. No momento de escolher o imóvel para comprar, o fundamental é estar atento a quatro fatores: o ponto, a planta, o padrão de acabamento e o preço. “A aliança desses quatro fundamentos garantirá a realização de um ótimo negócio imobiliário”, explica José De Fillipo.

Terreno

Outra alternativa é o investimento em lotes. De acordo com Silva, esse imóvel pode garantir uma série de vantagens para quem deseja investir. “O lote não tem grandes custos de manutenção, é simples e barato de manter. O tempo é seu grande aliado, diferente de outros bens, como carros, que desvalorizam com o passar dos anos. Além disso, um lote não sofre com crises econômicas, aquecimento global ou mudanças de governo”. Segundo ele, os lotes sempre se valorizam mais que os fundos de renda fixa e caderneta de poupança, o que faz deles ótimos investimentos.

Para quem adquire um terreno, são inúmeras as opções que geram bons retornos. “O investidor pode aguardar a valorização do lote e vendê-lo a preços bem maiores. No caso de lotes fora dos condomínios, pode construir um imóvel residencial e alugar os apartamentos, ou um galpão para empreender um novo negócio, obtendo uma renda complementar na aposentadoria”, explica Silva. De qualquer forma, escolher um bom lote para comprar é muito importante, seja qual for a opção de investimento. “A pessoa deve analisar o crescimento da vizinhança, o comércio, transporte público, o acesso para a região, a qualidade das construções do entorno, dentre outros. Esses fatores que irão determinar sua valorização”, ressalta ele.

Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/as-melhores-opcoes-para-investir-em-imoveis?page=2

DECOR: Ideias para decorar quartos de todos os tamanhos

Invista em espelhos! O jogo de imagem que eles criam faz com que o ambiente pareça maior.

Aposte em cores claras para paredes e pisos! Quanto mais claro for o ambiente, mais luz entrará nele e maior ele parecerá.
Aproveite cada espacinho! Nichos e prateleiras são essenciais para manter tudo organizado e bonito.

Escolha uma cartela de cores! Investir em tons que são compatíveis, evita que o ambiente pareça desorganizado e com poluição visual.

Ambientes médios são menos complicados e nos permitem mais. Mas algumas dicas também são válidas:

A dica da cartela de cores é super útil! Como o ambiente é maior, é natural que a gente queria decorá-lo com várias coisas, para evitar a poluição visual, escolher uma cor e apostar em itens nos tons variantes, super funciona.

Aproveite as janelas! Faça com que elas sejam parte da decoração! Para isso, vale posicionar a cama entre elas e escolher uma cortina bonita e clara! Assim o ambiente ficará iluminado e parecerá mais aconchegante.

Os ambientes maiores e mais amplos são os que menos requerem cuidados no quesito espaçoXdecor! Mas vale lembrar algumas dicas que podem ser úteis também na hora de decorar:

Além da cartela de cores, invista em um estilo! Definir se você vai querer um quarto moderno, clássico, chique, atual, descolado (…) faz toda a diferença e evita que você saia comprando tudo o que vê pela frente.

Móveis clean! Em ambientes maiores é natural e super saudável que você queria decorar com objetos pessoais e coloridos, por isso, prefira os móveis menos trabalhados, para que eles não ofusquem suas memórias.

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Fonte: http://www.borboletasnacarteira.com.br/2012/08/29/decor-ideias-para-decorar-quartos-de-todos-os-tamanhos/

Saiba como usar crédito para financiar um imóvel

As taxas de financiamento de imóveis são, em geral, as mais baratas do mercado em relação a outras modalidades de crédito. Isso porque, caso o comprador não pague a dívida, o banco pode tomar o bem de volta para evitar a perda financeira. Quanto menor o valor financiado, menor o risco para o banco e menor a taxa.

Financiamento-Imobiliário

-Documentação necessária para financiar um imóvel

Quem pretende financiar um imóvel pode providenciar a documentação básica antes mesmo de ir ao banco.

Embora outros papéis possam ser requeridos de acordo com cada caso e instituição financeira, há exigências comuns para todas as instituições.
– Carteira de Identidade ou outro documento oficial de identificação que informe o nome dos pais. Além do original, uma cópia;
– CPF, original e cópia, ou documento oficial original que tenha o número do CPF;
– Comprovante de estado civil, cópia e original;
– Comprovante de rendimentos, original e cópia;
– Certidão Conjunta Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e Dívida Ativa da União ou Certidão Conjunta Positiva com Efeito de Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e Dívida Ativa da União, disponíveis no site da Receita Federal;
– Quem deseja usar o dinheiro do próprio FGTS para dar de entrada no imóvel vai precisar de mais documentos, como carteira de trabalho e extrato do FGTS.

– Etapas do financiamento

De acordo com a Caixa Econômica Federal, o caminho básico até o financiamento de um imóvel envolve os seguintes passos do candidato ao crédito:

– simular as taxas para cada tipo de financiamento no site das instituições financeiras. Os bancos de varejo, públicos e privados, têm simuladores que podem ajudar o comprador antes mesmo que ele vá à agência bancária;
– preencher os cadastros e fichas, com informações pessoais e de renda, exigidos pela instituição financeira escolhida;
– se o cadastro for aprovado pelo banco, o cliente recebe a carta de crédito solicitada;
– junto com a carta de crédito, o cliente recebe do banco uma relação de outros documentos e formulários que ele precisará entregar à instituição.

– Pesquise a melhor taxa

A melhor saída para quem pretende financiar um imóvel é consultar todas as opções possíveis e saber qual o menor preço do mercado, que servirá de base para negociações.

Há linhas de crédito específicas para a casa própria disponíveis em praticamente todos os bancos de varejo do país. As opções variam de acordo com o perfil de cada comprador: renda, percentual a ser financiado e valor do imóvel.
Na Caixa Econômica Federal, banco público líder em crédito imobiliário no país, as taxas variam entre 5% ao ano + Taxa Referencial (TR) e 13,5% ao ano + TR.

O dinheiro que a Caixa empresta para os financiamentos de imóveis vem, basicamente, de uma das três seguintes fontes: o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS); os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE); ou o Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS.

– Preste atenção nos índices de correção

Antes de assinar um contrato de financiamento de imóvel, preste muita atenção aos índices de correção: são eles que determinarão o quanto o preço do seu empréstimo subirá ao longo dos anos.

Usualmente, os mais usados são as variações acumuladas em 12 meses do Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) ou o Índice Geral de Preço do Mercado (IGP-M). “Os índices são necessários para calcular o quanto a parcela valerá ao longo dos anos, com a inflação”, diz o consultor Alexandre Lignos.

O melhor, recomenda, é pesquisar qual desses índices subiu menos antes de ir ao banco; em caso de dúvidas, não assine e peça a consultoria de um advogado, até entender cada detalhe.

“O contrato não pode adotar mais de um índice no contrato, como ‘o índice que variar mais no período’, ou índices compostos, como IGP-M + TR. Só pode um único índice”, avaliou.

– Se você tem dinheiro para a entrada

Juntar uma boa reserva inicial é a melhor maneira de garantir taxas de juros e prazos menores em um financiamento imobiliário.

Quem se encaixa nesse perfil tem liberdade para encontrar bons negócios em imóveis usados, novos ou na planta.

No caso dos usados, o financiamento vale a pena se o preço for muito atraente: isso porque as taxas de financiamento dos usados são mais caras que a dos imóveis novos . “No momento em que o cliente deixar de pagar o imóvel, o novo ainda continuará novo ou seminovo. Já o usado financiado, quando o banco precisar tomar, em caso de inadimplência, já não vale nada”, avalia Miguel José Ribeiro de Oliveira, vice-presidente de estudos econômicos e responsável pela pesquisa mensal de juros da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac).

Para Oliveira, quem procura parcelas pequenas e prazo longo deve fugir dos usados. “O banco não financia 100% no imóvel usado. Para quem vai pagar parcelas com aperto, é mais complicado”, diz.

O consultor financeiro Alexandre Lignos, da IGF, diz que, a não ser que a diferença de preço entre o novo e o usado seja muito grande ou o imóvel seja o “sonho” do comprador, é melhor financiar um novo.

“Se a pessoa tem R$ 80 mil, é melhor comprar um usado de R$ 100 mil ou um novo de R$ 120 mil? Tem que se avaliar infraestrutura do condomínio, o quanto cada um vai depreciar, sem falar nos gastos com manutenção. Você nunca sabe ao certo quanto vai gastar em obras num imóvel usado”, diz Lignos.

– Novo ou na planta?

Na avaliação do consultor financeiro Alexandre Lignos, da IGF, quem tem dinheiro para dar de entrada pode se beneficiar da compra de imóveis na planta que, calcula, são em média 20% mais baratos do que os novos.

“No contrato, você está comprando um pedaço do terreno, uma coisa que ainda não existe”, diz. Apesar do risco – e principalmente quando há alguma reserva disponível – há mais espaço para negociar as condições de pagamento e de preferências do futuro proprietário. Além disso, como parte do valor do imóvel é paga à própria construtora, o montante a ser financiado com os bancos será menor.

“Se você compra na planta um imóvel de R$ 260 mil, e paga R$ 130 mil para a construtora até sair o Habite-se (certidão de que o imóvel está de acordo com a legislação), vai ter que financiar no banco R$ 130 mil, bem menos do que se você buscasse o financiamento do mesmo imóvel já pronto”, diz Lignos.

– Como financiar imóvel de madeira

De acordo com a Caixa Econômica Federal, não podem ser financiados imóveis de madeira que apresentem condições de “fragilidade ou baixa durabilidade, riscos de problemas estruturais e ausência de condições de habitabilidade”.

Assim como os imóveis de alvenaria, os imóveis de madeira precisam ser aprovados em vistoria realizada pelo departamento de engenharia do banco para que o financiamento seja aprovado.

– Quem não tem dinheiro para dar de entrada, mas tem pressa

Nesse caso, a solução é entrar em um financiamento de 100% do imóvel, com prazo longo. “Tem situações em que a pessoa tem uma renda baixa e ainda paga o aluguel. Nesse caso é muito difícil ela conseguir fazer uma reserva de R$ 20 mil, R$ 30 mil para dar de entrada”, diz Oliveira, da Anefac. Sempre que possível, no entanto, é melhor evitar essa opção. “Não vale a pena porque daí um imóvel que valia R$ 100 mil você vai acabar pagando R$ 300 mil em 30 anos”, avalia.

– Quem não tem dinheiro para dar de entrada e não tem pressa

Se o objetivo é ir juntando dinheiro para, um dia, realizar o sonho da casa própria, o consórcio pode ser uma boa opção. A vantagem, diz o economista da Anefac, é que um imóvel em consórcio pode sair de 25% a 30% mais barato do que em um financiamento tradicional.

A principal desvantagem, além dos prazos de pagamento mais curtos do que no financiamento imobiliário, é que não dá para ter ideia de quando o imóvel estará finalmente disponível para o proprietário.

“Para quem quer sair do aluguel agora, não serve. A não ser que você seja muito sortudo ou tenha uma boa reserva para dar um lance. É bom para um jovem que não esteja com pressa de sair da casa dos pais, ou um segundo imóvel, uma casa de campo”, exemplifica o economista.

Samy Dana, da FGV, e Alexandre Lignos, da IGF, discordam. Para eles, é bem melhor juntar o dinheiro em uma aplicação mês a mês, sem interferência de um consórcio, que cobra taxas pela administração dos recursos.

– Para quem vai construir o próprio imóvel ou fazer uma reforma

Realizar desde o início a obra de um imóvel idealizado pelo proprietário requer um tipo de financiamento que, em geral, é mais caro que o crédito imobiliário.

Mais uma vez, por causa do risco: em caso de inadimplência, é mais difícil para o banco tomar um imóvel que ainda não existe e, por isso, nem se sabe ao certo quanto valerá.

“Como o banco não consegue enxergar o produto final, não vai avaliar em preço muito alto”, avalia Samy Dana, que alerta: “é preciso tomar cuidado, porque quem constrói facilmente se engana nos planos, a construção demora mais e se gasta três vezes mais do que o previsto”.

Já para quem pretende reformar, há linhas específicas para a compra de material de construção com esse fim que são mais baratas que outras opções de empréstimo pessoal.

– Cuidados antes de financiar um usado

O professor de economia da Fundação Getúlio Vargas, Samy Dana, diz que o financiamento de parte do imóvel usado é recomendável mesmo para quem já tem o dinheiro para pagar à vista, como alternativa para fugir dos riscos de eventuais pendências relacionadas ao bem.

“Financie pelo menos um pouquinho do imóvel. Antes de aprovar o financiamento, os bancos fazem uma busca para ver se ele está em condições adequadas, se não tem pendência judicial ou está devendo imposto. Você paga por isso, mas fica mais barato do que fazer por conta própria”, afirma Dana.

Buscar um cartório de registro de imóveis e exigir o máximo de informações do proprietário também são passos para quem quer evitar surpresas desagradáveis na compra.
Fique atento a itens como:
– se o proprietário do imóvel é o único dono ou se há outros proprietários;
– se o proprietário(a) é casado(a), é necessária a assinatura do cônjuge para fechar o negócio;
– se há certidão negativa da prefeitura de ônus com o IPTU do imóvel;
– exigir últimos comprovantes de pagamento de água, de luz e de outros encargos incidentes sobre o imóvel;
– no caso de apartamentos, peça ao síndico uma declaração negativa de débitos do imóvel no condomínio.

– Quando vale a pena refinanciar o imóvel

Refinanciar o próprio imóvel e obter dinheiro a juros menores pode ser uma boa solução para tem uma dívida cara (como no cheque especial ou no cartão de crédito, por exemplo). Mas atenção: a alternativa só é viável para quem tem certeza que conseguirá pagar as parcelas do financiamento sem problemas. Isso porque, em caso de inadimplência, o endividado perde o imóvel.

“É arriscado para quem for deixar de pagar. Mas vale para valores proporcionais: não tem cabimento para cobrir uma dívida de R$ 10 mil no cheque especial, fazer um financiamento de R$ 100 mil”, ensina Oliveira, da Anefac.

Para Samy Dana, da FGV, o refinanciamento é recomendável para quem tem certeza da sua capacidade de pagamento. “Eu não acho que você pode usar isso para entrar em um risco maior, de tomarem seu imóvel. Mas o mecanismo é recomendado”, afirma.

– Como usar o FGTS

Na hora de planejar o financiamento, lembre-se do FGTS: ele pode ser o maior aliado de quem quer reduzir o prazo e as taxas de juros no crédito imobiliário.

“É uma possibilidade interessante uma vez que esse dinheiro fica um pouco congelado na sua vida, não rende muito”, diz Samy Dana, da FGV.

A maneira mais tradicional e conhecida de usá-lo é como entrada do imóvel. Pode, no entanto, também ser usado para quitar parcelas (atrasadas, inclusive) ou reduzir o saldo devedor do financiamento do mesmo imóvel mais de uma vez, desde que haja saldo disponível – mesmo que o FGTS já tenha sido usado na entrada.

“É importante usar para dar de entrada e, depois disso, é permitido a cada dois anos você pegar o FGTS e amortiza taxa do saldo devedor”, afirma Miguel José Ribeiro de Oliveira, da Anefac.

– Taxas que você paga sem saber

O advogado Marcelo Tapai, especialista em ações judiciais do setor imobiliário, diz que é preciso ficar atento para não levar um susto na hora de pagar o financiamento do seu imóvel. Confira as taxas que, muitas vezes, são cobradas no financiamento imobiliário sem aviso prévio:

– Taxas de consultoria/assessoria imobiliária

As mais comuns são a Sati (Serviço de assessoria técnica imobiliária) e a taxas de corretagem, cobradas geralmente nos estandes de venda que as construtoras montam no próprio terreno do empreendimento.

“Quando alguém compra o imóvel, tem que pagar apenas o valor do imóvel. Todo o resto é opcional e deve estar discriminado antes do pagamento”, orienta. De acordo com o advogado, é importante pedir essa discriminação por escrito antes de fechar negócio. “Senão cobram o preço do imóvel R$ 100 mil, você vai lá R$ 10 mil de entrada e quando vê o contrato percebe que custava R$ 95 mil”, exemplifica.

– Financiamento ‘recomendado’

É importante, segundo Tapai, pesquisar as melhores condições antes de aceitar a linha de financiamento “recomendada” pela construtora. Muitas vezes, isso acontece porque a construtora financiou a obra com a mesma instituição, e cobra taxas para repassar a documentação do cliente ao banco de preferência dele.

“O consumidor tem o livre direito de usar a linha de financiamento que for mais conveniente. A construtora não pode cobrar essa taxa do cliente”.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2011/06/saiba-como-usar-credito-para-financiar-um-imovel.html

Como comprar seu primeiro imóvel com planejamento e responsabilidade?

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Ter um lugar para chamar de seu é um sonho de muitos brasileiros. A compra da casa própria é um objetivo que jovens e adultos têm em mente mas muitas vezes não sabem como preparar o investimento necessário para isso. Por isso, diante de uma oportunidade tentadora, é natural que acabem agindo por impulso e fechem rapidamente o negócio.
No entanto, a compra de um imóvel é uma relação de consumo que envolve grande quantia de dinheiro e, sobretudo em casos da primeira compra, é necessária cautela, responsablidade e ter o pé no chão. Como comprar seu primeiro imóvel analisando todas as variáveis possíveis então?

“Com uma expectativa positiva para o mercado imobiliário nos próximos anos e a melhoria do poder aquisitivo da população, a ideia de comprar um imóvel é uma proposta muito tentadora, mas não se deve precipitar. Afinal, não se trata de qualquer investimento”, diz Roberto Bisker, CEO e sócio fundador da SAB Group Incorporações. Antes de começar a pesquisar imóveis, é preciso ter um planejamento – cada pessoa deve respeitar o seu momento financeiro e suas possibilidades, de forma a tomar a melhor decisão para o seu caso. “Geralmente as pessoas em busca do primeiro imóvel estão adquirindo o seu maior patrimônio e dando um passo muito importante na sua vida; não se trata apenas de uma compra, e sim a conquista de um sonho”, analisa Bisker.

Uma série de fatores precisam ser levados em conta para a decisão da compra do primeiro imóvel, mas dois deles se sobressaem e são as primeiras variáveis que devem ser pensadas: a localização do imóvel e o valor necessário para a compra em comparação com a renda disponível para tal aquisição. “É importante saber em qual região se pretende morar e conseguir delimitar os bairros que farão parte da rotina do comprador”, pontua Bisker. “Para tal avaliação, também é necessário decidir se o primeiro imóvel será uma moradia temporária ou mais permanente, com um projeto de vida familiar. As facilidades da região, como transporte público, mercados, bancos, shoppings centers e outros serviços também entram na pesquisa.”

Outro fator decisório é a renda disponível para a compra e a reserva garantida. O ideal é fazer cuidadosamente os cálculos e analisar as opções de pagamento. ”Os financiamentos praticados no mercado só cobrem 80% do valor do imóvel. Então, contando todos os gastos extras – incluindo os valores do cartório – é preciso uma reserva de pelo menos 30% do valor do bem que desejado”, calcula o CEO. Antes de definir a estratégia de pagamento, é sempre interessante analisar cada uma das opções disponíveis na praça como o financiamento concedido pelas construtoras, o empréstimo bancário e os consórcios. Independente do tipo de pagamento, o primeiro passo para quem pretende adquirir o primeiro imóvel é poupar seu dinheiro e pensar a médio e longo prazo, para não surgirem endividamentos.

Outras dicas
Outra dúvida comum dos compradores do primeiro imóvel é a questão do aluguel. Em alguns momentos, pode sim ser melhor alugar um imóvel, ainda que temporariamente, até poder comprar ou financiar um apartamento sob condições mais favoráveis. Porém, a mesma renda utilizada no aluguel poderia ser resguardada para o sinal para a compra efetiva do empreendimento, sendo um apartamento usado, novo ou na planta – sendo assim, uma melhor alternativa. Os imóveis usados, mesmo sendo maiores, tendem a se desvalorizar mais rápido com o passar dos anos e geralmente necessitam de uma maior reforma e não possuem áreas mais modernas de lazer, como piscinas e academias.

Em todos os casos, é preciso estar preparado para fixar uma parcela significativa do orçamento com o pagamento de prestações e saber que os gastos não acabam na compra. “Além de taxas e impostos associados com a aquisição do imóvel, é preciso levar em consideração os gastos mensais fixos como seguro, IPTU e condomínio”, pontua Bisker. O futuro proprietário deve fazer as contas e verificar seu balanço financeiro – a compra do imóvel é apenas o segundo passo, após todo o planejamento. Porém, ter um imóvel requer sempre responsabilidade e análise de custos.

Ao se programar para a compra, por mais que o desejo de ter o primeiro imóvel seja urgente, é preciso ter cautela. O mercado está com várias boas oportunidades e realizar um planejamento financeiro e pessoal, junto à uma pesquisa de imóveis e regiões, é essencial para encontrar o melhor negócio que se enquadre ao perfil desejado.

Fonte: http://www.portalvgv.com.br/site/como-comprar-seu-primeiro-imovel-com-planejamento-e-responsabilidade/

Cercas elétricas, cuidados e dicas de como usa-las.

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A cerca elétrica tem a função de repelir uma possível invasão pelos muros da propriedade. Não é nociva ao ser humano, por não possuir energia suficiente, pois seu choque é pulsativo com efeito inibitivo, porém o contato com o corpo humano é de extremo desagrado. O alarme dispara quando há um rompimento ou aterramento dos fios que constituem a rede de proteção do sistema.O processo é o mesmo da cerca censurada.Ocorre que a voltagem é altíssima, na casa dos 8000 Volt e é acionada mediante fuga de corrente. Tendo em vista que funciona através de pulsos elétricos (intervalo mínimo de um segundo entre cada descarga elétrica), sua amperagem vai quase à zero, não ocasionando, assim, mal a saúde.

Quando instalada convenientemente por empresa idônea e seguindo as orientações do fabricante o pulso elétrico recebido pelo agressor, não tem o condão de levá-lo a morte e muito menos feri-lo.

O seu poder de dissuasão é grande, em razão do susto levado pelo invasor.

É uma forma de proteção bastante eficiente. O choque afugenta o intruso sem causar maiores danos e, se os fios forem cortados, o alarme será acionado.

Há dois tipos à disposição no mercado:
» Cercas monitoradas : Permitem a sua integração com uma central de alarme, que poderá estar ligada ou não externamente com uma empresa de segurança eletrônica. Além disso, poderá, quando tocada, acionar alarmes, luzes etc.

» Cercas não monitoradas: Possuem as mesmas características da anterior, porém não podem ser ligadas a uma central de alarme.

Algumas considerações devem ser feitas:
– A instalação da cerca eletrificada deve ocorrer em muros ou alambrados com mais de 2,50 metros, com placas sinalizadoras e não ter contato com vegetação.
– A cerca eletrificadora deve ser instalada de forma perpendicular ou voltada para o interior da propriedade a ser protegida. Também, não se deve vergar a cerca, dentro dos limites da propriedade do vizinho ou rua.
– Apesar da legislação estadual e federal não proibir a utilização do sensor elétrico, é de bom alvitre consultar a legislação municipal a respeito, pois em algumas cidades ocorrem restrições de uso.

A cerca elétrica possui vários atrativos: baixo consumo de energia, maior resistência ao tempo, sendo um produto de total segurança, alta confiabilidade e baixo custo.

» Legislação e Informações Sobre Cercas Elétricas

Utilizada amplamente na Europa e Estados unidos desde 1930, à cerca eletrificada ainda é pouco difundida no Brasil, principalmente pelo desconhecimento generalizado sobre suas aplicações e benefícios, facilidades de instalação e manutenção, baixo custo, além do falso conceito quanto ao eventual “Perigo” que ela possa representar.
Esclarecimentos Jurídicos

A instalação de cerca eletrificada não é proibida, pois se trata de um exercício regular de direito, O artigo 5º, inciso II, da Constituição Federal dispõe que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude da lei”.
A cerca eletrificada é chamada de ofendículo, meio pelo qual o proprietário de um bem coloca aparelhos para impedir e prevenir a invasão de sua propriedade. Não há regulamentação legal no âmbito federal para altura mínima, potência máxima, tipo de choque.
Os artigos 572 e 588 do Código Civil prevêem que “o proprietário pode levantar em seu terreno as construções que lhe aprouver, salvo o direito dos vizinhos e os regulamentos administrativos” e ainda” tem direito de cercar, murar, valar, ou tapar de qualquer modo seu prédio.”
Cumpre analisar a responsabilidade pela eventual morte ou lesão corporal em razão do uso da cerca eletrificada. Destacam-se dois grupos:
a) invasor que pretende cometer ato ilícito (p.ex.: furto, roubo).; e
b) outras pessoas (p.ex.: crianças brincando).

Alguns tribunais já entenderam que o proprietário do imóvel não pode ser responsabilizado pela morte ocorrida em função da descarga de cerca eletrificada. Porém, a maioria entende que o uso de fios elétricos não exclui o crime de homicídio ou lesão corporal, caracterizando-se verdadeira imprudência do proprietário do bem, que responde civil e criminalmente pelos danos causados. Assim, são imprescindíveis certas providências para evitar morte e ou lesão corporal de pessoas que adentrem lícita ou ilicitamente à propriedade, devendo obedecer a critérios razoáveis.

A cerca eletrificada pode ser utilizada desde que siga sério controle por parte da empresa responsável pela instalação do produto, uma vez que seus representantes legais podem ser acionados civil e criminalmente para responder pelos eventuais prejuízos e danos causados pela morte ou lesão corporal.

A única legislação encontrada sobre a matéria é a Lei nº. 8.200 de 23 de setembro de 1998, de Ribeirão Preto (SP). Apesar dessa lei só ter validade neste município, pode ser tomada como parâmetro nas instalações.

Dispõe o artigo 1º da Lei 8.200/98 que: “As empresas responsáveis pela instalação e manutenção da Cerca elétrica deverão adaptá-las a uma altura compatível (Mínimo 2.20 metros de altura), adequada a uma amperagem que não seja mortal, sendo que o local deverá possuir placas, contendo informações que alertem sobre o perigo iminente, em caso de contato humano.”

Parágrafo 2º: A instalação e a manutenção de “cerca elétrica” deverão ser realizadas por empresas com comprovada especialidade técnica.”

Algumas recomendações

• O equipamento não pode oferecer risco à integridade física dos usuários ou de quem venha a “tocar” nele por estar eletrificado.
• O choque provocado pela cerca é conhecido como choque moral, possui alta voltagem e baixa amperagem. É pulsativa. Não queima, não deixa marcas e não faz com que os animais e as pessoas que nela encostem ou segurem fiquem grudadas.
• Não existe atualmente no Brasil legislação que trate do assunto, quer seja proibindo ou autorizando a instalação de cercas eletrificadas em perímetro urbano.
• Existem várias normas sobre cerca elétrica na ABNT, porém como não há nenhuma oficial, no Brasil as mais utilizadas são as editadas pelo Canadá e pelo IEC.
• Embora não exista legislação que trate do assunto, qualquer pessoa que receba o choque ou se sinta incomodada com a situação, pode entrar com uma ação judicial contra o imóvel que a instalou.
Para evitar problemas com ações judiciais, a ABESE recomenda seguir os padrões de orientação existente em outros países, assim como:
• Sinalizar devidamente o local (perímetro) a respeito da cerca e suas conseqüências.
• Informar todos os moradores, funcionários e a quem se faça necessário, que ocupem a área interna da cerca, de sua finalidade e periculosidade. Principalmente as crianças, certificando-se de sua compreensão.
• Informar vizinhos sobre a finalidade e a periculosidade da cerca.
• Desligar o equipamento antes de regar plantas próximas à cerca, fazer podas de árvores ou plantas (caso exista) e fazer manutenção do equipamento ou do muro.
• Utilizar sempre assistência técnica autorizada/credenciada.
• Não deixar que a vegetação, caso exista, venha a tocar a cerca.

Fonte: ABESE – Associacao Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança