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Closet e armários em ordem: saiba como organizar, deixar tudo à mão e conservar suas roupas

Os closets são uma verdadeira “mão na roda” para quem está precisando de um espaço maior para guardar roupas e acessórios. Porém, não adianta nada ter um se ele não estiver devidamente organizado. Quem, por enquanto, só está sonhando com o closet, pode aproveitar algumas dicas para colocar o armário em ordem.

De acordo com a arquiteta Deise Senff, da ExecutarQ, antes de instalar o closet é importante verificar as condições do ambiente que receberá o móvel. “É preciso checar se as paredes e o teto estão em bom estado, sem nenhum tipo de vazamento, rachadura ou sinal de mofo”, alerta a arquiteta. Se algo estiver errado, pode prejudicar o móvel. Ainda segundo a arquiteta, em alguns casos é possível se pensar em um modelo de ventilação para o closet, por isso é vantajoso usar o trabalho de um arquiteto para planejar o seu.
O arquiteto vai montar o closet de acordo com as suas necessidades. “Quem tem muitas roupas em cabides, vai precisar de um espaço maior no cabideiro, já quem possui muitos acessórios, vai sentir necessidade de um espaço específico para eles, e assim por diante”, exemplifica Deise. A arquiteta também conta que as mulheres andam pedindo muito um espaço dedicado a elas no closet, como uma espécie de penteadeira, com espelho e espaços individualizados para cada tipo de acessório e até cosméticos. “Se o ambiente for grande, fica legal colocar uma cadeira de frente para um espelho bem iluminado, ideal para se maquiar”, sugere Deise.
Outros dois pontos relevantes na hora de se pensar o closet são a iluminação e o chão. A iluminação deve valorizar o móvel e deixá-lo bonito e agradável de se olhar, mas mais do que isso, deve ser funcional. Você vai precisar de bastante luz (e uma luz que não confunda sua visão) para escolher o que vestir e não sair descombinado de casa, usando uma blusa verde que no armário parecia preta. Sobre o segundo ponto, referente ao chão, a arquiteta sugere os laminados. Caso o piso seja frio, invista nos tapetes. Porém, evite os carpetes, que são difíceis de limpar e costumam juntar poeira. “O closet deve ser aconchegante e permitir que você fique descalço enquanto escolhe o que vestir”, afirma Deise.
Dicas de organização

Nenhum móvel é pequeno demais que não suporte todo o seu arsenal de roupas, sapatos, bolsas e demais acessórios – indispensáveis, principalmente, em um armário ou closet feminino. Para começar, basta eleger o estilo de roupas que você mais usa e conceder a elas o espaço mais privilegiado do closet. Este espaço é o cabideiro ou arara. De acordo com a consultora de organização da Domus Organizzare, Rosângela Campos, o armário ideal é aquele que conta com um grande espaço para pendurar as roupas.
Segundo Rosângela, o cabideiro é a melhor opção para manter as roupas organizadas e conservadas (sem nenhum amassado). Além disso, penduradas, as roupas ficam bem mais fáceis de serem encontradas – principalmente se estiverem organizadas por cor e comprimento.

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Veja mais dicas da consultora em organização, Rosângela Campos, para nunca mais deixar a bagunça invadir o seu armário.

– As araras são o espaço mais valioso de seu móvel. Coloque ali as peças mais usadas no dia a dia. O vestido de festa, usado uma vez por ano, irá para uma caixa transparente nas prateleiras mais altas.

– Nas prateleiras baixas coloque as peças que podem ser dobradas, como as básicas ou as usadas com menos frequência.

– Use as laterais de seu móvel para organizar echarpes, mantas e cintos. Assim você otimiza incrivelmente umas duas ou três gavetas.

– Utilize a parte mais baixa do móvel para organizar os sapatos. Caso o seu espaço seja reduzido, providencie um puff com tampa e coloque ali: tênis, rasteiras e chinelos, todos em pé – para que você possa visualizar tudo. O puff servirá, ainda, para você sentar enquanto veste os sapatos.

– Para multiplicar o espaço do móvel, a alternativa mais eficiente e econômica é remover algumas prateleiras e no mesmo espaço colocar araras. Fazendo isso você consegue guardar em torno de 40% mais roupas.

– O que não se vê, não se usa – esta regra é inviolável. Se você quiser usar todos os seus acessórios, roupas e outros itens, esqueça as caixas coloridas. Providencie caixas transparentes, empilháveis e que permitem a ventilação para acomodar o que pode ficar em caixas – elas costumam triplicar o espaço no móvel.

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– Nas gavetas, procure colocar as peças pequenas e íntimas.

– Cuidado com os excessos de “rolinhos”, eles ficam lindos em revistas de decoração, mas na hora de usar a peça ela estará toda amassada.

– Procure remover de seu armário ou closet: papéis, documentos, fotos e tudo o que não for de vestir. Além de estarem ocupando um espaço que não é ideal para eles, a poluição visual é certa.

– Para os armários femininos: tudo à vista, prático e ao alcance das mãos. Esqueça a parte de trás do móvel e as caixinhas que escondem seus itens. Mulheres são visuais. Siga a regra e a bagunça não volta.

– Para os armários masculinos: tudo impecavelmente dobrado. Camisas, camisetas e polos em cabides – homens precisam acessar. Se o acesso for pleno, ele manterá exatamente tudo na mais perfeita ordem.

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Para conservar o seu armário e suas roupas

A pior inimiga de qualquer armário é a umidade, causadora do temido mofo. Para acabar de vez com esse problema, a consultora em organização sugere que uma vez por semana todos os compartimentos do armário sejam abertos e se deixe uma estufa ligada no ambiente por pelo menos uma hora. Como em um passe de mágica a umidade e o odor do mofo desaparecem. “Esqueça os sabonetes e os saches perfumados para tirar o cheiro de mofo das roupas, isso tende a piorar a situação com a misturança de odores”, revela Rosângela.

Arquitetos dão dicas para decorar ambientes com estilo

“Design é sinônimo de conforto”, “Utilize no máximo três cores” e “Invista no verde-esmeralda”. Estas são algumas das dicas dos profissionais participantes da Decora Etna.

A loja de artigos para casa Etna promoveu o DecoraEtna, uma mostra de decoração com ambientes construídos com artigos da loja. A mostra trouxe 27 espaços alguns feitos por arquitetos renomados, como Brunete Fraccaroli, Francisco Cálio e Sabrine Santos. Além de decorar o ambiente, cada arquiteto deu uma dica de decoração. Conheça as dicas e veja como cada uma delas aplicadas no ambiente.

Serviço

A DecoraEtnapode ser visitada até o fim de junho na loja Etna Berrini, localizada na Av. Dr. Chucri Zaidan, 281, São Paulo. A loja abre de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 11h às 20h.

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Brunete Fraccaroli, autora do Loft Azul e Vermelho, aposta na multiplicidade de móveis: “Procure explorar os ambientes de forma prática e integrada, como áreas para receber amigos e familiares de forma confortável, com sofás, poltronas e cadeiras diferentes, além de pufes e mesas de apoio. Utilize cores e combinações para alegrar e dar vida ao ambiente”. No seu ambiente (69 m²), predominam as duas cores básicas azul e vermelho. A cama baixa contrasta com o assento de apoio. Uma poltrona de madeira cria mais um espaço para sentar-se.

 

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“Invista no verde-esmeralda, a cor que veio para ficar e trate com elegância qualquer espaço da sua casa.”, diz Anderson Scriboni, autor da sala de jantar Nobre Berilo (40 m²). Escolhido como cor do ano pela empresa Pantone, o tom ressalta os móveis brancos ou cor de algodão e linho crus da sala de jantar. A prateleira de livros ao fundo foi usada como armário de cozinha. Além de uma mesa de dez lugares, o espaço tem locais de descanso para a família dividir-se em grupos menores após o jantar.

 

 

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Não tenha medo de misturar materiais e cores é o conselho das arquitetas Carolina Melo e Suzy Melo, autoras do Home Urbano. No living de 34 m², a dupla pratica o que prega, misturando tons sóbrios com objetos amarelos. “A estante de colmeia preta com uma simples pintura colorida ao fundo muda todo o contexto, gerando um resultado surpreendente e personalizado”, demonstram as arquitetas. Outra virtude do ambiente é ter múltiplos usos: o sofá ajuda a reunir os amigos, há uma pequena mesa para lanches e uma poltrona para leitura ou descanso. O espelho fumê torna o living mais sofisticado.

 

 

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“Sempre utilize, no máximo, três cores”, diz o arquiteto Francisco Cálio, autor da sala de estar Asiático Moderno. O vermelhão marca o ambiente (33 m²), que também explora o amadeirado e cinza. Quadros com imagens urbanas na parede dão profundidade à sala de estar; já os móveis de madeira transmitem aconchego.

 

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“Design é sinônimo de conforto”, diz Leonardo Junqueira, autor da Sala de estar confortável. A sensação de acolhimento da sala de 39 m² fica por conta dos tons de marrom e de algodão cru, da iluminação e dos móveis generosos. Inspirado nos lofts nova-iorquinos, esse ambiente incorpora espaço para almoçar. Ao fundo, uma estante cobre toda a parede e funciona tanto como estoque de objetos quanto mostruário.

 

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Substituir o abajur por pendentes de iluminação tornam o ambiente diferente; assim como usar um painel de espelhos acima da cabeceira da cama. A dica da arquiteta Veridiana Gonzaga foi aplicada no Loft Contemporâneo (64 m²), que ela ajudou a montar e é assinado pela arquiteta Sabrine Santos. Móveis de madeira e peças de fibra dão aconchego ao quarto do ambiente. O pendente que imita lâmpadas fluorescentes é feito, na verdade, de lâmpadas halógenas, que ajudam a revelar a cor dos objetos. Espelhos cobrindo toda a porta do armário trazem profundidade ao espaço.

Fonte: http://casa.abril.com.br/materia/arquitetos-dao-dicas-como-decorar-ambientes-com-estilo

Home office prático e funcional: você ainda vai querer ter um

Trabalhar em casa pode ser o sonho de alguns ou um pesadelo para outros. Disciplina, compreensão familiar e metas claras são as bases para que o negócio próprio triunfe entre quatro paredes. E mesmo quando o ambiente não é o local de trabalho oficial, é preciso ter um suporte mínimo necessário para finalizar o que nem sempre se concluiu no escritório. Ou seja, um home office funcional e agradável é meio caminho para que se atinja prazer e sucesso no negócio em casa.

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“Em primeiro lugar vem a ergonomia, afinal passamos longas horas dentro deste ambiente de trabalho e conforto é o que buscamos. Trabalhar confortavelmente melhora seu desempenho e qualidade do trabalho feito. Seja em um escritório comercial ou residencial, fundamental é que seja um ambiente propício para a concentração, a criatividade e a produtividade”, afirma Fabiana Mazzotti, arquiteta do escritório Fabiana Mazzotti Arquitetura e Interiores.
Sabendo da necessidade e da importância de um home office, Fabiana desenvolveu projetos com conceitos semelhantes para dois de seus clientes em um prédio novo no bairro Três Figueiras, na Capital. Em ambos, o espaço arquitetado serve como suporte à atividade executada nas empresas, mas nem por isso o projeto pode ser menosprezado. A profissional aproveitou a área da sacada para, após fechamento com vidro, montar ali a reduzida, porém fundamental, área de trabalho.
No primeiro projeto (foto no alto), para um advogado, observe como o tom escuro da lâmina natural de madeira e da cadeira preta de tela dão ao espaço ar sóbrio e masculino. No segundo caso (abaixo), no imóvel de uma empresária que mora na serra gaúcha mas vem a Porto Alegre com frequência, a aplicação do mesmo piso desde o living até a sacada e a escolha por tons de base neutros contribuem para a unidade visual. A mesa foi feita em laca no tom vinho, já mais trabalhada e também sob medida, mas recebeu tampo de vidro para proteger de riscos e batidas.
A praticidade e o aproveitamento de área em ambos os casos fica evidente no painel de madeira do fundo que dá acesso por meio de uma pequena abertura à máquina externa do split, fundamental para eventuais manutenções ou reparos. No apartamento dele, a escolha de uma mesa solta permite que o móvel seja afastado e facilite o acesso às condensadoras.

Como o espaço é exíguo – as paredes do fundo têm, em média, 1,50cm de comprimento – o aproveitamento vertical teve de ser total. Note como os nichos aéreos sobre a bancada ajudam a guardar livros, expor objetos e ainda servem de base para a iluminação pontual voltada para a área de trabalho.
“É importante ter móveis nas medidas corretas, pensar nas cores que quer no espaço, acessórios para facilitar a sua vida, iluminação adequada e ter materiais e acabamentos que sejam duráveis. Tudo deve ser feito com cuidado para que você tenha um espaço agradável para trabalhar”, finaliza Fabiana.
Elaboramos uma série de dicas para o seu home office e seu trabalho funcionarem numa boa. Confira abaixo:
Tenha um local de trabalho apropriado: se você não tiver um dormitório ou uma área bem demarcada para tal fim em casa, tenha pelo menos um espaço separado para sua mesa, livros, telefone, canetas e papel. São raros os casos de pessoas que funcionam bem um dia na cama, outro no sofá e outro na mesa de jantar. Se o tipo de atividade que você faz em casa é de suporte à profissional feita na empresa, o escritório pode ser uma sacada, no quarto ou até mesmo em um ambiente de passagem. Porém, cuide para que a iluminação deste local seja adequada, para que haja ventilação suficiente e para que se consiga o mínimo de tranquilidade para concentração, se for o caso;
Estabeleça regras: quando estiver em seu espaço de trabalho, você não deve ser interrompido com problemas domésticos. Separe bem sua vida pessoal de sua vida profissional. Isso deve ficar bem claro para sua família, amigos e empregados domésticos. Não tenha receio de impor limites e dizer: “não posso, estou trabalhando”;
Tenha todos os itens que precisa disponíveis: computador, internet de qualidade, microfone e fones de ouvido, teclado e mouse. Você terá que fazer alguns investimentos e terá que cuidar da manutenção do seu escritório. Prepare-se para tomar nota de tudo que precisa e as providencie em seu tempo livre;
Compre uma mesa e uma cadeira confortáveis: você passará uma grande parte do seu dia neste ambiente então é preciso que ele seja confortável. Com boas pesquisas na internet é possível conseguir isso com um baixo investimento. Acredite: passar muito horas sentado em um banco ruim fará mais mal a sua coluna do que se pode imaginar;
Estipule uma rotina de trabalho: é importante que você defina seus horários. Determine seu horário de trabalho e os momentos nos quais você pode parar por um tempo e esfriar a cabeça, fazer outras coisas, tomar um café ou ir ao banheiro. Mas lembre-se: estes horários devem ficar claros para você e seu time;
Gerencie seu tempo nas redes sociais: pode parecer bobagem, mas sem um policiamento você gastará grande parte do dia sem nem perceber. Eventualmente você gastará algum tempo com isso, principalmente se seu trabalho envolve internet, porém saiba que esse tempo gasto não pode tornar-se regra. Seja firme e disciplinado com o próprio tempo;
Estimule-se visualmente: ter uma parede pintada de uma cor vibrante ou intensa ajuda aqueles que precisam produzir com criatividade e originalidade. Vermelho, amarelo, rosa e laranja costumam funcionar sobre uma base neutra e ajudam a pontuar em objetos e mobiliário móvel. Lembre-se: tons frios deixam a peça mais tranquila e relaxante, e os terrosos, mais sóbrio e sofisticado. Se tiver espaço, avalie a possibilidade de pintar uma parede ou uma parte dela com a tinta lousa, onde você poderá deixar recados, frases e pensamentos estimulantes. Emoldure fotos, quadros de valor sentimental e pôsteres que até então estavam guardados. Tudo isso, visualizado diariamente, ajuda a criar um cantinho pessoal, cheio de energia e estimulante;
Organize as tarefas para o dia: tente fazer este planejamento como sua primeira tarefa todas as manhãs, desta forma você e seus colegas saberão o que esperar ao final do de trabalho dia (e você evitará sair do percurso). Você pode experimentar ferramentas de produtividade ou um simples bloco de notas (use a ferramenta que consumirá menos tempo para manter);
Desabilite as notificações de alguns aplicativos: elas geram muito ruído e acabam por atrapalhar e desconcentrar (Skype, Gtalk, aplicações desktop para Facebook e Twitter): logicamente é importante saber dos e-mails que recebemos, mas não é produtivo ser alertado sobre cada novo spam ou contato que fica online. Saiba administrar o tempo “para cada atividade”.

 

Fonte: http://revista.penseimoveis.com.br/especial/rs/editorial-imoveis/capa,0,0,0,0,Home-Dussanti.html

O rei dos imóveis nos EUA escolhe o Brasil como alvo

O americano Stephen Ross é o empresário que mais ganhou dinheiro com imóveis nos Estados Unidos. Ele falou a EXAME sobre seu mais recente alvo — o Brasil

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São Paulo – Sujeitos excêntricos fizeram fortuna no mercado imobiliário americano nas últimas décadas. O empresário Donald Trump é presidente da incorporadora herdada do pai, mas ficou mais conhecido por seus casos extraconjugais, por ter sido protagonista de um programa de TV, por ser um eterno candidato fanfarrão à Presidência e por ter quebrado um punhado de vezes.

Outro exemplo é o investidor Sam Zell, que, aos 71 anos, é o líder de um grupo de motoqueiros chamado Zell’s Angels, que organiza viagens de moto pelo mundo. Quem mais ganhou dinheiro nesse mercado, porém, foi um empresário bem mais convencional e discreto, o americano Stephen Ross.

Com uma fortuna estimada em 4,4 bilhões de dólares, Ross comanda a incorporadora Related, que é dona de 20 bilhões de dólares em imóveis nos Estados Unidos. É, hoje, a maior proprietária de prédios para locação em Nova York — tem quase 18 000 apartamentos e 2,6 milhões de metros quadrados de escritórios e lojas.

Como seus colegas menos convencionais, Ross decidiu que é hora de construir no Brasil. “Ainda há muito espaço para investir no mercado brasileiro, principalmente no segmento de luxo”, disse ele a EXAME.

Formado em direito pela Universidade de Michigan em 1962, Ross começou a trabalhar como advogado tributarista em Detroit, onde nasceu, mas desistiu da carreira em pouco tempo. Nos anos 70, mudou-se para Nova York para tentar a sorte em Wall Street. Foi demitido do primeiro emprego, no banco Bear Stearns, e decidiu mudar de novo.

Pegou um empréstimo de 10 000 dólares com a mãe e investiu na construção de casas populares nos subúrbios de Nova York. Na época, a vantagem desse tipo de imóvel é que havia financiamento de sobra, subsidiado pelo governo.

Fez fortuna aí, mas ganhou notoriedade depois que resolveu lançar grandes projetos imobiliários, como o Time Warner Center, que reúne prédios residenciais, comerciais e um shopping em Manhattan. Hoje, a Related coordena a construção do maior empreendimento de Nova York, que ocupará uma área equivalente a dez campos de futebol e deve levar, numa estimativa conservadora, dez anos para ficar pronto.

Batizado de Hudson Yards e orçado em 12 bilhões de dólares, está sendo construí­do numa região desvalorizada no lado oeste da ilha — que a prefeitura vinha tentando revitalizar há tempos, sem sucesso.

A Related fechou um acordo camarada com o prefeito Michael Bloomberg, que prometeu inaugurar uma estação de metrô ao lado do complexo e permitiu a Ross fazer um empreendimento três vezes maior que o original. “Vamos criar um novo bairro na cidade”, diz Ross.

Enquanto constrói seu bairro em Manhattan, Ross está em plena expansão internacional. O objetivo é ganhar dinheiro em mercados onde a demanda por imóveis ainda cresce de forma acelerada, ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos.

Desde 2011, lançou empreendimentos em locais como Argentina, China, Emirados Árabes, Índia e México. Agora, segundo ele, sua maior aposta é o Brasil. Em 2012, a Related abriu um escritório em São Paulo. Os projetos começam a sair do papel.

Alta renda

Ross afirma ter separado 600 milhões de dólares para investir no país nos próximos três anos (a empresa de Sam Zell aplicou 1 bilhão de dólares aqui em 14 anos).

O primeiro lançamento da Related no mercado local está previsto para junho: um edifício residencial em São Paulo, próximo à avenida Brigadeiro Faria Lima, com apartamentos de 40 a 70 metros quadrados, bem ao estilo nova-iorquino — com prédios repletos de serviços e próximos ao local de trabalho.

O plano inicial é cobrar 18 000 reais por metro quadrado. “É o preço. Apostamos em quem está disposto a trocar tamanho por localização”, diz Daniel Citron, presidente da Related no Brasil. O alvo seguinte é o Rio de Janeiro.

Ainda que suas maiores apostas estejam no setor imobiliário, Ross começou a diversificar depois da crise de 2008 (ele estava levantando recursos para o Hudson Yards na época e corria o risco de perder o projeto). Nos Estados Unidos, é dono do time de futebol Miami Dolphins e da rede de academias Equinox, voltada para a classe A.

No ano passado, criou a RSE Ventures, empresa de marketing esportivo e organização de shows e jogos. Seu plano é trazer a academia e a RSE para o Brasil no futuro. Faz sentido colocar dinheiro no Brasil agora, após a disparada recente no preço dos imóveis? “Ruim seria entrar quando todo mundo já comprou os imóveis que tinha para comprar”, diz ele. “E isso não aconteceu.”

Como descobrir quanto vale o seu imóvel

size_590_aluguel-apartamento-sao-pauloSão Paulo – Existem algumas maneiras de avaliar o preço do seu imóvel. Umas são mais apuradas e indicadas para quem deseja estipular um valor mais preciso ao colocar o imóvel à venda. Outras, mais superficiais, podem ser indicadas para quem apenas quer ter uma noção sobre o valor do seu patrimônio. Confira a seguir o que fazer para precificar seu imóvel.

Consulte um corretor

Para quem precisa definir um valor para o imóvel porque tem o objetivo de vendê-lo, o melhor caminho é a consulta a um corretor de imóveis.

Quando o imóvel é colocado à venda em uma imobiliária o mais comum é que ela faça a avaliação sem cobrar nada por isso. Mas, caso o proprietário queira consultar um corretor apenas para isso, ele cobrará um valor à parte pelo serviço.

Os Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis divulgam em seus sites uma tabela com os honorários dos principais serviços executados por corretores, como os percentuais de comissões por venda, locações e avaliações do valor do imóvel. Em São Paulo, uma avaliação por escrito é fixada em 1% do valor do imóvel e um parecer verbal custa, no mínimo, uma anuidade do Creci, que em 2013 é de 456 reais.

Segundo o presidente do Creci, José Augusto Viana Neto, na maioria dos casos os corretores visitam o imóvel e sugerem o valor ao proprietário verbalmente. Mas, também é possível solicitar uma avaliação documentada, o chamado “Parecer técnico de avaliação mercadológica”. “Esse documento fornece um valor para o imóvel e explica em detalhes porque foi determinado aquele preço. Ele inclui dados da estrutura do imóvel, comparativos de imóveis semelhantes vendidos na região e informações sobre zoneamento, infraestrutura e de mobilidade urbana”, diz.

Qualquer corretor pode opinar sobre o valor de uma propriedade, mas para elaborar o parecer técnico, o profissional precisa ter o título de avaliador imobiliário, que é garantido a corretores que têm diploma de curso superior em gestão imobiliária ou de especialista em avaliação imobiliária concedido por cursos do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci). É possível consultar a lista dos corretores com título de avaliador imobiliário no Cadastro Nacional de Avaliadores Imobiliários (CNAI), no site da Cofeci.

Viana explica que o documento é essencial em situações nas quais parentes ou cônjuges em processo de divórcio discordam sobre o valor de um imóvel herdado ou compartilhado prestes a ser vendido. Também é usado em permutas de imóveis ou em caso de inadimplência, quando o imóvel é tomado por um banco e o proprietário considera que a propriedade tem um valor maior do que aquele indicado pela instituição.

Para proprietários que não se encontram nessas situações, o parecer técnico pode ser apenas uma maneira de se resguardar nas negociações. “O parecer técnico é muito bom para que a pessoa não tenha ansiedade ao fazer o negócio, porque o proprietário passa a conhecer o preço de mercado do seu imóvel e entende exatamente se está o vendendo por um preço acima ou abaixo do seu valor”, afirma o presidente do Creci.

Ele acrescenta que, no caso da venda de imóveis usados, como a negociação é permeada por muitas contrapropostas, o parecer técnico é apresentado para dar base ao valor estipulado pelo vendedor.

Engenheiros e arquitetos também podem definir valores para imóveis, ou elaborar pareceres técnicos. Mas, segundo Viana Neto, a consulta a corretores é fundamental porque eles estão intimamente envolvidos com o mercado imobiliário da região. Em função disso, engenheiros e arquitetos que fornecerem pareceres devem consultar um corretor.

Acesse sites que o ajudem a estimar o valor do seu apartamento

Para quem apenas deseja ter uma ideia de quanto está valendo o seu imóvel, a opção mais indicada é fazer uma busca pela internet. Alguns sites, como o “Quanto Vale meu Apê?” e o “123i”, possuem ferramentas que permitem ao usuário encontrar estimativas sobre o valor exato do seu imóvel ou de imóveis parecidos em um mesmo bairro.

No Quanto Vale meu Apê, o usuário informa a área, o número de dormitórios, suítes, vagas do imóvel e a sua localização. O sistema fornece então uma estimativa de mercado do preço de imóveis similares localizados no mesmo bairro. O serviço é disponível para os estados de Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e do Distrito Federal.

Já o 123i informa exatamente o valor estimado dos imóveis de um determinado edifício, mas por enquanto o serviço só inclui dados de imóveis em São Paulo, capital.

A precificação dos imóveis no 123i é feita a partir de pesquisas realizadas por profissionais do portal, que vão diretamente aos edifícios para coletar informações técnicas com zeladores e síndicos, como a idade do prédio, a metragem dos apartamentos e os valores das últimas negociações. Além disso, imobiliárias, corretoras, proprietários e pessoas que conhecem os imóveis também podem fornecer dados sobre a propriedade no site, inclusive sugerindo outros valores.

Segundo o 123i, por meio de análises estatísticas, informações históricas de transações e do uso de algoritmos é possível inferir estimativas científicas de valor para um imóvel padrão de um determinado edifício. “Se um usuário coloca um valor diferente, nós temos uma equipe de estimativa que avalia essa contestação para checar se a informação faz sentido”, explica Rafael Guimarães, diretor de operações do site.

É importante ressaltar que os valores fornecidos pelo 123i não podem ser usados como uma avaliação formal. E isso é destacado no próprio site, no campo “Como funciona”, que informa que as avaliações formais só podem ser feitas por corretores autorizados pelo Creci e que a estimativa serve apenas como uma referência para o mercado.

Pesquise valores de imóveis similares

Buscar preços de imóveis similares à venda na mesma rua, ou em endereços próximos também pode ajudar quem quer uma ideia do valor do seu imóvel sem preciosismo, ou para quem quer se certificar de que a avaliação já feita por uma imobiliária está dentro dos parâmetros para a região.

Rafael Guimarães, do 123i, afirma que verificar entre oito e dez ofertas é o suficiente para montar uma estimativa. “O ideal é que se verifique ofertas de apartamentos do mesmo tamanho em edifícios com idade semelhante e padrão arquitetônico parecido”, diz.

A melhor referência pode ser encontrada no seu próprio edifício, de acordo com valores praticados em vendas recentes.

Portais como o 123i e outros, como o Viva Real, Zap Imóveis e Imovelweb, possuem milhares de anúncios em diversas cidades do país. Mas, caso você não encontre anúncios próximos à sua casa na internet, a saída é fazer uma caminhada pela região e se informar com porteiros, zeladores e moradores sobre quanto custam os imóveis por lá.

Segundo Nelson Parisi, presidente da Rede Secovi de Imóveis, comparar o valor de imóveis semelhantes pode, de fato, ajudar o proprietário a ter uma segunda opinião depois de feita uma avaliação do imóvel, mas para quem quer vender o imóvel, a consulta a corretores é imprescindível, já que se trata de um bem de alto valor. “Principalmente se for uma casa, não adianta fazer a comparação com outras casas na mesma rua, porque as casas são muito diferentes e os valores podem variar por questões muito específicas e o proprietário pode fazer uma estimativa errada”, afirma.

Entenda o que pode influenciar o valor

O valor de um imóvel é afetado por inúmeros fatores, tanto racionais, quanto emocionais. Mas alguns critérios se destacam para a formação do preço, como a localização, o tamanho, o estado de conservação, a área de lazer do condomínio e fatores mercadológicos que influenciam a oferta e a procura dos imóveis.

O presidente do Creci-SP, José Augusto Viana, explica que muitas vezes dois apartamentos podem ser aparentemente muito semelhantes, mas alguns detalhes podem tornar seus preços muito distintos. “Às vezes, dois imóveis ficam em um mesmo bairro, na mesma rua e muitas vezes dentro do mesmo prédio, mas têm valores diferentes porque um deles fica no lado esquerdo e outro no lado direito, por exemplo”, diz.

Andares mais altos costumam ser mais caros, assim como apartamentos voltados para a face norte em regiões frias, uma vez que eles são mais ensolarados. E em uma mesma região, um prédio mais novo, com uma fachada mais atraente também poderá ter um preço maior do que um imóvel em um prédio antigo, mesmo que sua área seja maior.

Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/como-descobrir-quanto-vale-o-seu-imovel?page=1

Veja tendências de decoração para 2013 e se inspire

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O ano de 2013 já está quase chegando à metade, mas nem por isso, devemos deixar de analisar as tendências decorativas do período. Afinal nunca é tarde para repaginar o visual da casa, não é mesmo? A decoração deve suprir as necessidade de cada ambiente e oferecer um estilo original e cheio de personalidade para os moradores. Para isso, as tendências surgem com o intuito de orientar e indicar o caminho mais certo a ser percorrido. Claro que nem tudo deve ser absorvido, mas é importante estar por dentro do assunto.

O mercado de decoração está repleto de novidades e mudanças. Elas vão desde o mobiliário até os revestimentos, e prometem dar um toque moderno e prático para o dia a dia da casa. Quem gosta de decorar e se inteirar nesse universo, não pode deixar de conferir as dicas de composição de ambientes para o ano de 2013 que nós separamos. Com tantas alternativas, o desafio está em escolher a melhor a opção para o seu caso.

Tendências

Uma das grandes tendências do ano é a estética metalizada. Esse estilo de decorar se encaixa perfeitamente com composições urbanas e modernas. Além, dos tons prateados, o acobreado também aparece para enriquecer os ambientes. Para quem quer criar um ambiente diferenciado, apostando na tendência, o papel de parede metalizado é uma boa alternativa.

Quem gosta de seguir uma linha mais tradicional na hora de decorar, pode apostar no minimalismo, porque ele nunca esteve tão em alta. O conceito de quê menos é mais, explora a simplicidade no design, nas cores e nas formas. Outra tendência discreta e charmosa são tons pastel. As cores clarinhas são muito bem vindas para decoração de todos os ambientes da casa, conferindo delicadeza aos cômodos.

Quando o assunto é revestimento, o que faz sucesso é o piso cerâmico. O material deixa os ambientes com um ar moderno e tem semelhanças com o mármore. Sofisticação pura. E pra falar em móveis, os estofados arredondados, são os queridinhos do ano.

Fonte: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/veja-tendencias-de-decoracao-para-2013-e-se-inspire_182912/

Muito além do verde

ciro-6447_281_242_2A palavra “sustentabilidade” se popularizou tanto nos últimos anos que acabou se desviando do seu sentido original. Basicamente, a atividade sustentável é aquela que permite atender às necessidades presentes sem comprometer as da geração futura. E, para merecer a qualificação de “sustentável”, uma ação deve se apoiar sobre o seguinte tripé: ser economicamente viável, ambientalmente correta e socialmente responsável.

Uma empresa não é sustentável só porque reduziu o número de impressões em papel, aboliu o uso de copos plásticos ou implantou o sistema de coleta seletiva. Essas providências colaboram para o bem do planeta, mas não são suficientes. O conceito “sustentável” deve estar incorporado à própria dinâmica da empresa, bem como aos produtos que ela coloca no mercado.

No caso do setor de habitação, a “sustentabilidade” deve ser observada em todas as etapas do processo produtivo. Da escolha do terreno ao processo de loteamento, da incorporação à comercialização dos imóveis, tudo deve estar respaldado pelos cuidados ambientais e pelo respeito ao papel social da empresa.

Traduzindo: deve-se priorizar o uso de materiais de procedência comprovada, que tenham gerado o menor impacto possível em sua obtenção e transporte; deve-se implantar mecanismos de eficiência energética (painéis fotovoltaicos, janelas, portas e outros materiais que propiciem maior entrada de luz e desempenho térmico); deve-se utilizar equipamentos que favoreçam a economia de água e seu reaproveitamento etc.

Mas não é só do “verde” que uma empresa sustentável deve cuidar. Os seres humanos também fazem parte deste planeta que, de duas décadas para cá, muitos formadores de opinião se propuseram a “salvar”. É aí que entra o segundo pilar da sustentabilidade: a ação social.

Não se trata exatamente de filantropia. Esta é positiva, sim, mas não pode ser vista como um fim em si. A uma empresa, não cumpre o papel de distribuir “benesses” – ela tem o dever de produzir com qualidade, de gerar empregos, de cumprir a legislação, de recolher seus impostos. Uma empresa contemporânea sabe que, a estes ditames, somam-se as novas demandas sociais – e, vale lembrar, o consumidor moderno espera que as empresas das quais adquire produtos e contrata serviços esteja atenta a este novo modo de fazer negócios.

Uma boa maneira de dar conta dessas novas demandas seria unir forças com as organizações de terceiro setor. A priori, estas seriam especializadas em suas respectivas áreas de atuação, e unir-se à iniciativa privada seria uma boa maneira de obterem os recursos necessários ao atingimento de suas metas. Porém, um estudo de 2001 – portanto, antigo –, feito  pelo Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor da FEA/USP acerca de “alianças intersetoriais”, revelava, à época, que 37% das empresas preferiam deter a autonomia e exclusividade de suas ações de responsabilidade social. Em 2010, outra pesquisa, desta vez coordenada pelo Grupo de Institutos Fundações e Empresas (Gife), apontou que 60% dos associados daquela entidade optavam por executar projetos com equipe própria em vez de recorrerem ao know-how de ONGs “especializadas”.

Nas duas pesquisas ficou claro que existe uma espécie de “desconfiança mútua” entre as organizações do terceiro setor e a iniciativa privada, dificultando a construção de parcerias que, bem utilizadas, poderiam render frutos. Para as empresas, as ONGs são ineficientes; já do lado das organizações da sociedade civil, surgiram posturas ambivalentes. Algumas têm uma percepção positiva das parcerias e acreditam que estas lhes trouxeram ampliação de network, fortalecimento de imagem e acesso a recursos. Outras, porém, frustraram-se com a incompatibilidade entre os métodos a que estavam habituadas e o “excesso de pragmatismo” das organizações.

Em resumo: por mais que a necessidade de atentar para o desenvolvimento sustentável esteja clara, ainda falta, para muitas empresas e também para outros tipos de organização, uma efetiva “internalização” dessa necessidade e desse conceito.

Atenção ao meio ambiente, respeito ao ser humano e, principalmente, lucro e sucesso nos negócios, pois sem isso nenhuma empresa sobrevive. Estes fatores são os verdadeiros pilares da tal “sustentabilidade”.

(*) Ciro Scopel é vice-presidente de Sustentabilidade do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e titular da Scopel Empreendimentos e Obras S/A.

 

Fonte: http://www.secovi.com.br/noticias/muito-alem-do-verde/6241/

Varandas Gourmet

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A varanda gourmet chama a atenção porque traz o lazer para dentro do apartamento ou casa, mantendo a privacidade e o conforto dos moradores e de seus convidados.

O conceito de varanda gourmet é um espaço aconchegante que une cozinha e sala de estar ao ar livre ou com a opção de climatização. Este modelo de ambiente está se tornando sensação nos novos apartamentos e mesmo em residências, além de atrativo para muitas pessoas na decisão da escolha do imóvel, por ser um espaço de convivência e das mais opções de liberdade e privacidade.

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Dentro deste conceito, aliado a valorização da arte culinária do próprio anfitrião que prepara os alimentos para os amigos e familiares, o espaço foi passando por transformações – a varanda passou a exigir dimensões que permite receber pessoas e equipamentos.

O conceito é relativamente novo. Nos projetos de 10 anos atrás, a varanda era apenas um prolongamento da sala, sem espaço para essa utilidade. E começou timidamente apenas com a implantação de churrasqueiras, e na sequência passou a agregar mesa, balcão, forno, fornos de Pizza e até mesmo hidromassagem ou uma pequena adega. Todos os equipamentos que você tinha antes num anexo de uma residência ou numa área de lazer se tornaram viáveis na varanda, trazendo conforto e bem estar pela junção com outros ambientes.

Decoração: Apesar de ser considerada praticamente uma extensão da sala de estar, a varanda gourmet não exige uma decoração que esteja de acordo com os demais ambientes. Na escolha dos móveis pode se tanto optar pela diferenciação dos ambientes quanto pela extensão da sala de estar.

varanda Gourmet

Além de ter a função de proporcionar conforto para quem usa, os móveis escolhidos para esses espaços serem mais resistentes que os demais, em fibra sintética e tecido impermeável. Se optar por uma decoração que seja a extensão da sala de estar, o melhor é fechar a varanda e escolher móveis, objetos decoração e sofás clean, que tragam o bem estar aos moradores e convidados.

 

Fonte: http://alineponcedesigndeinteriores.blogspot.com.br/2010/07/varandas-gourmet.html

Segurança: sua casa esconde alguns perigos para as crianças

Conheça todos os riscos, dos mais evidentes aos que você nunca imaginou, que as crianças correm dentro do próprio lar.

0,,21769847,00Da porta para dentro, você respira aliviada, já que seu filho está protegido? Pois saiba que, dentro de casa, há inúmeros perigos também. “Da cozinha à lavandeira, nenhuma parte está livre de acidentes”, diz o pediatra Wilson Maciel, um dos organizadores do livro Crianças e Adolescentes Seguros (Publifolha), da Sociedade Brasileira de Pediatria.
O local onde acontece a maior parte dos acidentes, segundo o especialista, é a cozinha. Depois, vem o banheiro, o corredor (quem diria?), as escadas, os quartos e a sala. A seguir, ele conta onde mora o perigo e ensina a evitá-los.

Cozinha

– Deixe o bujão de gás do lado de fora;

– Prefira as “bocas” (queimadores) de trás do fogão. Além disso, os cabos de panelas devem ser virados para dentro e para trás;

– Proteja as tomadas e recolha os fios dos eletrodomésticos;

– Os materiais de limpeza deve estar em suas embalagens originais e fora do alcance das crianças, em armários altos e trancados;

– Fósforos e isqueiros também devem ser armazenados com cuidado, isto é, em locais altos e trancados;

– A mesma regra vale para os objetos cortantes (garfos, facas, copos de vidro, espetos, etc.), que devem ser armazenados em gavetas e armários com travas.

Banheiro

– Mantenha o piso seco e use tapetes antiderrapantes;

– Cosméticos, medicamentos e aparelhos elétricos devem ser mantidos em armários trancados, longe do alcance das crianças;

– Se houver aquecedor a gás no banheiro, mantenha o espaço sempre ventilado. Além disso, o aparelho precisa de manutenção periódica;

– Aparelhos elétricos não devem ser mantidos nas tomadas após o uso, mesmo que desligados;

– As tampas dos vasos sanitários devem ser mantidas fechadas e travadas.

Quarto das crianças

– Prefira móveis de cantos arredondados;

– As camas devem ter proteções laterais e os espaços entre as grades têm de ser de 5 a 7 cm para evitar que cabeça se prenda entre elas;

– Depois das brincadeiras, os brinquedos têm de ser guardados para evitar quedas e tropeços;

– Para evitar asfixia, prenda os cobertores e lençóis nos “pés” da cama;

– Posicione os móveis longe das janelas;

– Coloque protetores nas tomadas;

– As janelas devem ter grades ou redes de proteção.

Quarto do adulto

– Não se deve fumar na cama, por causa do risco de incêndio;

– As tomadas devem ter protetores e os fios têm de ser curtos, como no resto da casa;

– Televisões e outros aparelhos devem ser colocados sobre móveis estáveis;

– Evite usar a mesma tomada para dois ou mais eletrodomésticos;

– Guarde remédios, perfumes e cosméticos em armários altos e trancados.

Sala de estar

– Bebidas alcoólicas exigem os mesmos cuidados do que os medicamentos, ou seja, têm de ser guardadas em armário alto e trancado;

– Aparelhos eletrônicos, por causa do risco de choque e queimadura, devem ser mantidos fora do alcance das crianças, com fios curtos e presos;

– Prefira móveis de cantos arredondados;

– Evite ter portas de vidro na casa. Se tiver, sinalize-as;

– As cortinas não devem ter puxadores, pois há risco de enforcamento;

– Por último, tenha sempre à mão telefones de emergência.

Corredores e escadas

– Os corredores devem ser iluminados, de dia e à noite, com piso antiderrapante, sem tapetes e outros objetos que atrapalhem a circulação;

– Nas escadas, use grades ou portões de proteção no topo e na base.

Lavanderia e áreas externas

– Nas janelas, grades de proteção são obrigatórias;

– A piscina deve ter cerca ou grade de proteção (com portão trancado), lona de cobertura e alarme;

– Para proteger seu filho contra intoxicações no jardim, informe-se sobre as espécies de plantas venenosas mais comuns;

– Pesticidas, herbicidas e outros produtos tóxicos que costumam ser armazenados na garagem devem ser trancados;

– Jamais utilize ou armazene álcool líquido em casa;

– Mantenha baldes e bacias vazios, em local alto;

– O tanque de roupas deve ter fixação adequada. Além disso, evite deixá-lo cheio de água.

 

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI89921-16891,00.html

O que é um LOFT?

Em Nova York, regiões industriais decadentes, como o Soho, tornaram-se descoladas a partir da reciclagem de suas antigas fábricas e frigoríficos. Essas construções amplas, com pé-direito alto e vãos livres, atraíram, nos anos 60, artistas plásticos, que as utilizavam como morada e lugar de trabalho. Ateliê, quarto, sala, banheiro e cozinha se confundiam em um mesmo salão. Os lofts eram uma opção barata de moradia. Nos anos 70, com a revitalização de seu entorno pela prefeitura de Nova York, viraram moda e encareceram. Em Manhattan, os menores lofts de West Village (que vão de 55 a 78 metros quadrados) custam no mínimo 1 milhão de dólares.

O que um loft de verdade tem:

– Pé-direito de, no mínimo, 3,20 metros

– Ausência de paredes como divisões internas

– Ambientes conjugados preferencialmente em um nível só

– Colunas de sustentação aparentes

– Tijolos e tubulações à vista – elétrica, hidráulica e de ar-condicionado

– Ausência de forro e piso. O chão é de cimento

– Uso de materiais frios, como cerâmica

– Iluminação natural garantida por grandes janelas

Desire to inspire

Gregory Lee (Flickr)

HuntsmanPhoto (Flickr)

Ijzerman (Flickr)

Carl Bellavia (Flickr)

Salmonhead (Flickr)

Atelier Autonome (Flickr)

No Brasil, a maioria dos projetos lançados se distanciam muito do conceito original. Surgiram muitas adaptações, chamadas muitas vezes de lofts-fake ouapartamentos loft-inspired.  Por exemplo, muitos dúplex encontrados no mercado, embora não sejam nada amplos, são vendidos como lofts só por causa do pé-direito duplo. O que se faz por aqui são ambientes “loftados”, pois não  há galpões de fábrica em áreas em que as pessoas gostariam de morar. Mesmo assim o metro quadrado de um loft é cerca de 20% mais caro do que o de um apartamento convencional de mesma localização.

A tradução do conceito pelo mercado local resultou em construções de pé-direito duplo e grandes janelas em que a área social se confunde com a de serviço. A ala íntima (quarto e banheiro) fica resguardada em um mezanino. Solteiros e jovens casais sem filhos são o principal público desse tipo de empreendimento. Manter a privacidade num ambiente assim, no entanto, pode ser difícil quando ele é dividido com alguém. O loft é mais que um espaço: é um estilo de vida!

City Space (Flickr)

Casa Cláudia

Pete Sieger (Flickr)

City Space (Flickr)

 Roberto Migotto

Fonte: http://assimeugosto.com/2010/04/29/o-que-e-um-loft/