Arquivo mensal: janeiro 2013

Flores de verão para decorar a casa: veja seis opções de vasos e arranjos.

A temporada mais quente do ano pede uma decoração exótica e natural, cheia de cores e sem nenhuma frescura. É neste clima de calor que as flores tropicais e as espécies resistentes ganham a missão de embelezar a casa com um colorido de fazer inveja nas outras estações.

Pensando nisso, elegemos no mosaico abaixo as seis flores que mais combinam com o verão brasileiro. A paisagista Anna Luiza Rothier também nos deu dicas sobre quais delas devem ficar em vasos e quais ficam perfeitas em arranjos. Veja e inspire-se.

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Vasos
Bromélias (1), flores da fortuna (2) e orquídeas (1) devem estar plantadas em vasinhos tradicionais com terra para crescerem vistosas. É suficiente regá-las apenas uma vez por semana, molhando principalmente o centro do vaso. Cercá-lo com um pouco de “barba de velho” – um tipo de folhagem – protege a planta do calor excessivo e ainda arremata a decoração. Essas flores devem ficar protegidas do sol, numa sombrinha leve, por isso são ideais para interiores e varandas fresquinhas.

Arranjos
Já a flor de colônia (3), o “bastão do imperador” (4) e a strelitzia (5) são espécies tão imponentes e exóticas que podem até fazer o papel de objetos de decoração. Em garrafas de água, recipientes de vidro ou amarradas em arranjos, elas misturam luxo e tropicalismo. Ideais para decorar festas à beira da piscina, coquetéis em casa e jantares. A água do arranjo deve ser trocada diariamente e adicionar uma pedra de gelo garante uma maior durabilidade das flores. Após cinco dias de uso, elas devem ser trocadas.

Fonte: http://gnt.globo.com/casa-e-decoracao/dicas/Flores-de-verao-para-decorar-a-casa–veja-seis-opcoes-de-vasos-e-arranjos.shtml

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Investimento imobiliário será arma contra inflação em 2013

Para banco, investimento no mercado de imóveis oferece proteção contra a inflação dos serviços, a mais preocupante para os poupadores

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Centro do Rio de Janeiro: área com muita demanda e pouca oferta de imóveis.

Centro do Rio de Janeiro: área com muita demanda e pouca oferta de imóveis
São Paulo – O mercado espera que a inflação pelo IPCA feche o ano em 5,43%, mas a inflação que mais deve preocupar os poupadores não é esta, mas a inflação dos serviços. Estudo encomendado pelo Banco Máxima à consultoria MB Associados prevê que a inflação de serviços deve fechar o ano em 8%, e 2013, em 9%. Como proteger o dinheiro de uma corrosão tão grande? A resposta, para o banco, está nos investimentos lastreados em imóveis.

A principal delas são os fundos imobiliários, fundos com cotas negociadas em Bolsa que investem em imóveis corporativos como shopping centers, prédios de escritórios e galpões industriais. Aqueles que buscam obter renda com o aluguel normalmente têm seus contratos corrigidos pelo IGP-M. “O IGP-M capta melhor a inflação dos serviços do que o IPCA, que é um índice muito mais voltado para os produtos”, diz o agente autônomo Arthur Vieira de Moraes, especialista em fundos imobiliários.

Além disso, os aluguéis advindos de fundos imobiliários são isentos de IR para a pessoa física, o que incrementa ainda mais a rentabilidade. Apenas o ganho de capital com a venda das cotas em Bolsa é tributado. “A demanda por fundos imobiliários está alta. Este investimento deve dar a tônica para 2013 e 2014”, observa Claudia Martinez, diretora comercial do Banco Máxima. Ela lembra ainda que, além da correção pelo IGP-M, aluguéis são revisados para cima de tempos em tempos, dependendo do aquecimento do mercado.

O banco já tem um fundo totalmente vendido, o Máxima Renda Corporativa, que deve estrear na Bolsa no início de 2013, e outro que ainda será formatado e aberto para captação no ano que vem. Ambos investem em diferentes partes do Edifício Sloper, no Centro do Rio de Janeiro, cuja locatária, a varejista Leader Magazine, tem 70% do seu capital nas mãos do BTG Pactual.

Papéis com lastro em imóveis

No mercado imobiliário, há ainda duas outras opções isentas de IR. As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). As primeiras são garantidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) no valor de até 70.000 reais, o que significa que aplicações até esse valor são reembolsadas ao investidor em caso de quebra do banco emissor do papel.

As CRIs, que costumam ter valor de face maior e ser destinadas a investidores qualificados (que tem mais de 300.000 reais em aplicações financeiras) não contam com essa proteção, mas têm lastro em imóveis, que funcionam como sua garantia. Embora o pequeno investidor geralmente não tenha acesso a esse tipo de papel, existem fundos imobiliários especializados em investir em CRIs e LCIs, ou seja, apenas em papéis, não em imóveis físicos. Os rendimentos desses fundos também são isentos de IR.

Muitas CRIs remuneram uma taxa de juros prefixada mais a inflação para o IGP-M, o que é bastante interessante para o investidor que tem acesso a elas ou o cotista de fundos que aplicam nesses papéis, ao menos em termos de rentabilidade. As LCIs, porém, costumam ser pós-fixadas, isto é, remunerar um percentual do CDI.

No Banco Máxima é possível obter LCIs que paguem entre 91% e 100% do CDI para prazos entre 60 dias e um ano, totalmente isentos de IR. Uma LCI que pague 91% do CDI equivale a um CDB que pague 117,4% do CDI, de acordo com o banco.

Cuidados com os fundos imobiliários

Tanto os fundos imobiliários de aluguéis quanto aqueles que investem em recebíveis imobiliários – notadamente as CRIs – podem oferecer uma boa proteção contra a alta inflação que atinge o poupador. No entanto, convém ter alguns cuidados. Em primeiro lugar, prefira os fundos cujos contratos de aluguel são corrigidos pelo IGP-M ou que invistam em CRIs que paguem um percentual mais IGP-M, a fim de incorporar melhor a correção pela inflação. “Fundos cujos contratos são reajustados pelo IPCA podem, portanto, não ser a melhor opção”, diz Arthur Vieira de Moraes.

Além disso, um estudo publicado recentemente pela consultoria Colliers mostrou que o mercado de escritórios de alto padrão deve atingir a saturação na cidade de São Paulo já em 2013, uma vez que já houve um grande aumento da oferta desse tipo de imóvel em 2012 e haverá novas entregas no ano que vem.

“É bom acender a luz amarela com os fundos que investem nesse tipo de imóvel. O mercado até que absorveu bem os imóveis entregues em 2012, atingindo um equilíbrio, com uma taxa de vacância normal, entre 5% e 6%. Mas a demanda teria que manter o ritmo. Se o crescimento do país estagnar ou se houver recessão, a vacância vai aumentar e os aluguéis vão estagnar ou até cair. No mercado de escritórios, não deve mais haver muitos reajustes de preços. O gestor que conseguir manter o valor do aluguel já vai se dar bem”, explica Moraes.

Uma esperança é o fato de que São Paulo e Rio continuam atraindo capital estrangeiro. No caso da capital fluminense, a demanda deve continuar forte, principalmente nas áreas mais badaladas e com menos espaço para construir, como Centro, Copacabana e o eixo Ipanema-Leblon. Os eventos esportivos que a cidade vai sediar, bem como projetos como o Porto Maravilha, contribuem para valorizar a cidade que, segundo a Colliers, só deve entrar em estágio de superoferta em 2015.

“O Rio tem pouco espaço para construir e muitos prédios antigos nas regiões mais desejadas. Empresas que precisam de mais infraestrutura têm uma oferta pequena de imóveis e há muito espaço para readequar esses edifícios por meio do retrofit. Só tem que tomar cuidado com a Barra da Tijuca, que é um bairro com alta vacância e onde ainda há muito espaço para construir”, diz Vieira de Moraes, que lembra que em São Paulo, o equivalente à Barra seria Alphaville, que também demanda cuidado em função do aumento de vacância.

Para ele, como a renda do brasileiro continua crescendo, os imóveis ligados ao consumo, como os shopping centers e os galpões logísticos, têm boas perspectivas. Mas estes últimos também demandam cuidado. “Também houve alguma especulação e bastante entrega no mercado de galpões. Nem tudo está sendo absorvido”, observa.

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/investimento-imobiliario-sera-arma-contra-inflacao-em-2013?page=1

Verde esmeralda é a cor de 2013: saiba como usá-la na decoração

Todos os anos, a Pantone – maior autoridade em cores do mundo – decreta qual será o tom dominante da temporada quando o assunto é moda, design e estilo. A cor escolhida para 2013 é o verde esmeralda, uma opção fresca e vívida para destacar qualquer ambiente.

“O verde é a tonalidade mais abundante na natureza. O olho humano enxerga mais verde do que qualquer outra cor no espectro”, explica a diretora-executiva da Pantone Institute, Leatrice Eiseman. “Já simbolicamente, o tom de esmeralda transmite uma ideia de claridade, renovação e juventude, coisas tão importantes no mundo de hoje”, conclui ela. Para saber como adotar a cor do ano na decoração da sua casa, confira três fotos inspiradoras com dicas fáceis de colocar em prática.

1- Frescor sútil

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O verde esmeralda é uma cor dominante. Se você não gosta de ousar muito, comece adotando-a no mobiliário. As nuances mais abertas combinam com pisos de madeira e paredes claras. Ficam lindas em áreas externas e de grande circulação.

2- Foco nos detalhes

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Para quem deseja apenas pincelar o verde esmeralda na decoração que já tem em casa, a dica é investir em acessórios que não “brigam” com o projeto existente. Nesta sala, a cor está presente em duas garrafas redondas de vidro que garantem um brilho e um diferencial ao espaço.

3- Tudo verde!

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Se o objetivo for mudar de vez as paredes, a opção pelo verde esmeralda é um acerto em dia com a tendência. E já que as atenções estarão todas voltadas para a cor, economize nas tonalidades do mobiliário, evitando estampas. O contraste claro-escuro, por outro lado, é bem-vindo.

Por Pollyana de Moraes

Fonte: http://gnt.globo.com/casa-e-decoracao/dicas/Verde-esmeralda-e-a-cor-de-2013–saiba-como-usa-la-na-decoracao.shtml

As expectativas do mercado imobiliário para 2013

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O mercado imobiliário em muitos momentos de 2012 pediu cautela. Apesar de momentos de instabilidade o crescimento do setor foi visível, porém não foi tão forte quanto nos últimos quatro anos. Para 2013 espera-se que o mercado se recupere e que encontre uma estabilização nos preços dos imóveis. O fato de não ter eleições municipais, segundo o presidente do Creci-RS, Flávio Koch, mostra que o mercado imobiliário vai ser um ano bom. “A política de financiamentos vai continuar, assim como estímulos bancários e conservação de taxas, beneficiando todos os grupos econômicos”, explica Koch.

O presidente enfatiza que as vendas irão acontecer em 2013, porém com mais tranquilidade, o que será bom para as empresas ligadas ao setor. “As construtoras irão atender com calma e com isso conseguirão construir e entregar os imóveis no prazo. Pois, quando há o boom imobiliário as empresas acabam atrasando as entregas por falta de mão de obra qualificada e de materiais”.

Para Mateus B. Facchin, diretor comercial da Iper Imóveis, o preço dos imóveis será mantido em 2013, e acredita na possibilidade de uma sutil alta nos valores. “O Mercado está em ótimo momento, impulsionado pelo crédito farto e pela facilidade de contratação. Por mais que tenhamos um número considerável de lançamentos, temos ainda grande demanda por moradia e investimento para atender, sem contar que, com a queda na taxa de juros, voltou a se tornar muito atrativo comprar imóveis para locação. Sem dúvida, esses fatores impulsionarão as vendas no próximo ano”, comenta Facchin.

A diretora da Taperinha Imóveis, Raquel Trevisan, diz aguardar que 2013 traga um crescimento sustentável para todo o setor. “Temos claro para a nossa empresa que os anos de 2010 e 2011 não voltarão mais, com todo aquele boom e demanda reprimida, com preços em crescimento vertiginoso”. Raquel completa falando que os profissionais ligados a este mercado gostariam que “os preços fossem mais ‘reais’, com oferta e demandas ajustadas e com uma concorrência mais profissional”.

Sobre a valorização do preço dos empreendimentos residenciais e comerciais acima da inflação nos últimos anos, o diretor comercial da Nex Group, Enio Pricladnitizki, conta essa alta é positiva e acontece por causa do aumento de custos de terrenos e mão de obra, além de novas exigências dos órgãos públicos que regulamentam a produção. “Isto traz a segurança de não estar se formando uma bolha imobiliária como aconteceu nos Estados Unidos. Por outro lado, o crédito imobiliário deve continuar farto e mais barato e as opções de investimento seguro tendem a remunerar cada vez menos o capital”, analisa. Ele ainda salienta que espera que os imóveis no próximo ano “continuem aumentando de preço acima da inflação, porém não tão acima quanto esteve nos últimos cinco anos”.

Fonte: http://linklar.com.br/editorial/2012/12/28/as-expectativas-do-mercado-imobiliario-para-2013/